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Política Pré-candidato à Presidência da República, Flávio Rocha já tem até jingle de campanha

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Rocha ainda não se filiou a um partido, mas tem corrido o país para divulgar a agenda do Brasil 200, movimento que fundou e que defende pautas liberais. (Foto: Reprodução)

O empresário Flavio Rocha, da Riachuelo e pré-candidato a presidente da República, já tem até um jingle para chamar de seu. Ele foi composto pela dupla Mateus & Cristiano. A letra da música faz referência explícita à possibilidade de Rocha se lançar à sucessão de Temer. “Com Flávio Rocha tudo vai ser novo/ É a esperança e a vontade do povo/ Vou ter orgulho de ser brasileiro”.

Na estrada

Rocha ainda não se filiou a um partido, mas tem corrido o país para divulgar a agenda do Brasil 200, movimento que fundou e que defende pautas liberais.

Expodireto

O empresário esteve, na sexta-feira, em Não-Me-Toque para participar da Expodireto. Ele foi a convite do deputado federal Jerônimo Goergen (PP). Na Expodireto, o proprietário da Riachuelo foi reconhecido por empresários do agronegócio e se encontrou com a senadora Ana Amélia Lemos (PP). Recebeu apelos para que seja candidato ao Planalto e, em vários momentos, deu a entender que poderá entrar na disputa.

Livre mercado

Para Rocha, que encabeça o Brasil 200, um grupo de lideranças empresariais que pretende influenciar nas eleições deste ano, o perfil “liberal na economia, conservador nos costumes” não encontra hoje um representante à altura entre os presidenciáveis. Segundo ele, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) “não encampa um liberal”, ao menos como gostaria, além de não conseguir representar o que vê como uma indignação contra a desordem que existe no País hoje.

O presidente da Riachuelo afirmou ainda que a geração de riquezas no Brasil é impedida pela existência de “um Estado balofo, obeso e gastador”. Para ele, cabe aos empresários serem os “guardiões” da competitividade brasileira e cobrarem que a classe política contemple as demandas por uma redução do papel do Estado na economia.

 O prefeito João Doria, nesse mesmo sentido, já foi a “grande esperança” daqueles que pensam como o Brasil 200, mas acabou “pisando em cascas de banana”, como defender o controle da venda de armas e outros temas do “politicamente correto”, disse.
Candidato governista
Para Rocha, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda não se mostrou viável na eleição deste ano por fincar seu discurso muito na economia. “Não  se ganha eleição com economês”, pontuou. Já o presidente Michel Temer foi elogiado por aplicar o “único programa liberal que esse País já teve” na economia. Por outro lado, avaliou o empresário, muitas de suas vitórias foram construídas com o compromisso de que ele não ia se colocar (como candidato)”.

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