Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 7 de outubro de 2015
O preço da cesta básica caiu, em setembro, em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). As maiores quedas foram registradas em Belém (-4,56%), Fortaleza (-3,88%), Recife (-3,50%) e Goiânia (-2,96%). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (280,26 reais), Natal 282,72 reais) e Salvador (297,07 reais).
Porto Alegre foi, novamente, a capital com a cesta com maior custo (385,70 reais), seguida por São Paulo (383,21 reais), Florianópolis (383,10 reais) e Rio de Janeiro (362,90 reais).
Foi registrado aumento em seis itens. A batata teve o maior reajuste, de 14,58%, devido às chuvas que atingiram várias regiões do País, o que atrapalhou a colheita. Os outros itens que subiram de valor foram feijão (0,97%), pão (0,62%), banana (1,42%), açúcar (0,53%) e manteiga (0,78%).
Salário necessário
Com base no total apurado para a cesta mais cara, a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em setembro de 2015, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a 3.240,27 reais, ou 4,11 vezes mais do que o mínimo de 788 reais.
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