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Porto Alegre Preço médio dos alimentos para Festas Juninas está mais barato neste ano em Porto Alegre e Região Metropolitana

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"Cesta básica" pesquisada pela CDL-POA é composta de 20 itens. (Foto: GAI Media)

Um dos principais atrativos das Festas Juninas, os quitutes e seus ingredientes têm pesado menos no bolso dos consumidores de Porto Alegre e demais cidades da Região Metropolitana, em comparação ao mesmo período em 2025. A informação consta em persquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas da capital gaúcha (CDL-POA) que apontou redução média de 1,9% nos preços de 20 itens – em nível nacional, a queda foi de 1,6%.

O resultado representa uma mudança significativa em relação ao ano passado, quando o mesmo kit apresentava alta de 3,6% na Região Metropolitana e de 4% no País. Desde então, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, espécie de “inflação oficial” de bens e serviços, acumulou elevações de 4% e 4,4%, respectivamente.

Dentre os artigos com as maiores quedas, destacam-se o arroz (29,3% mais barato), ovo de galinha (-16,3%) e a farinha de trigo (-9%). Também apresentam redução o açúcar refinado (-8,7%), leite longa-vida (-3,9%) e açúcar cristal (-3,6%).

Elevação

Por outro lado, alguns produtos da cesta junina ficaram mais caros. É o caso do chocolate nas versões barra e bombom, com elevação de 18,6% no mesmo parâmetro comparativo – maior aumento dentre os componentes da lista. Também subiram os valores cobrados por bolos (10,2%) e bebidas como refrigerante e água mineral consumidos em casa (8,9%).

Para o economista-chefe da CDL de Porto Alegre, Oscar Frank, o resultado proporciona certo alívio para as famílias, ainda que o cenário inflacionário continue exigindo atenção:

“Uma cesta de São João mais barata ajuda a reduzir o custo das comemorações, mesmo assim o consumidor ainda convive com uma inflação elevada em diversos segmentos da economia. Pesquisar preços, comparar alternativas e planejar as compras continua sendo a melhor forma de aproveitar a data sem comprometer o orçamento familiar”.

Lista completa

– Chocolate em barra e bombom: 18,6%.
– Bolos 10,2%.
– Refrigerante e água mineral (em casa): 8,9%.
– Cerveja (fora de casa): 3,4%.
– Queijo: 2,2%.
– Cerveja (em casa): 1,3%..
– Salsicha: 1,2%.
– Batata-inglesa 1%..
– Milho-verde em conserva: 0,8%.
– Maçã: sem alteração de preço.
– Vinho (em casa): -1,7%.
– Refrigerante e água mineral (fora de casa): -2,6%.
– Linguiça: -2,8%.
– Leite condensado: -2,9%.
– Açúcar cristal: -3,6%.
– Leite longa-vida: -3,9%.
– Açúcar refinado: -8,7%
– Farinha de trigo: -9%.
– Ovo de galinha: -16,3%.
– Arroz: -29,3%.

De acordo com a Assessoria Econômica da entidade, alguns itens também tradicionais ficaram de fora do levantamento porque não há informações disponíveis no que se refere à área pesquisada. São exemplos fubá de milho, farinha de mandioca, batata-doce e vinho (fora de casa)

(Marcello Campos)

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1 Comentário
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Eloa Gute
25 de junho de 2026 13:21

Querem enganar quem?? Três quiwi 14, reais um brócolis 9, reais tá de brincadeira com essa inflação!

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