Terça-feira, 21 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 21 de julho de 2021
Prefeituras já tiveram que intervir para manter funcionamento
Foto: Edu Andrade/Ascom/DivulgaçãoCom mais de 290 greves no transporte público urbano desde o começo da pandemia, a FNP (Frente Nacional de Prefeitos) levou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um pedido de abertura de crédito extraordinário de R$ 5 bilhões em 2021 para equacionar o rombo no setor. O objetivo das prefeituras é convencer o governo a enviar um projeto ao Congresso liberando esses recursos por fora da regra do teto de gastos.
O prefeito de São José dos Campos (SP) e vice-presidente de Mobilidade Urbana da FNP, Felício Ramuth, relatou que o ministro Guedes e sua equipe compreenderam a demanda dos prefeitos, mas adiantaram que qualquer proposta de abertura de crédito extraordinário em função da pandemia de Covid-19 precisa ser “muito bem fundamentada” para ter chance de ser aprovada. O prefeito lembra que outra proposta nesse sentido foi vetada no ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro.
“O sistema de transporte público urbano passa por um momento delicado. Até agora, 27 cidades se viram forçadas a intervir no sistema, devido à falência de concessionários. Um dos exemplos é a prefeitura de Salvador”, destaca Ramuth. “A situação pode piorar muito até 2022. Temos muitas intervenções da Justiça exigindo 100% da frota em operação, enquanto se opera hoje com apenas 40% da demanda. Há um grande rombo no sistema”, completa.
A proposta da FNP já apresentada ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e levada hoje a Guedes, prevê o repasse de 80% dos R$ 5 bilhões do auxílio de emergência aos municípios e 20% aos Estados. O critério de divisão seria a quantidade de idosos que têm direito à gratuidade em cada sistema.
Segundo o prefeito, com o aval da Economia para a formulação da proposta, o próximo passo é voltar ao MDR para construir a fundamentação do projeto. “Seria uma reposição pontual para este ano. Além da redução na demanda, houve um aumento considerável no preço dos combustíveis. São muitas pressões de custo em um sistema no qual a tarifa já é alta. Basta lembrar o que aconteceu em 2013 quando se tentou aumentar a passagem em São Paulo em R$ 0,20”, argumenta Ramuth.
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Deverião pedir aos parlamentares, que receberão mais que 5 bilhões para fazerem campanha, que abricem mão em prol dos municipios.
Os aplicativos vieram para moralizar e baratear o transporte. Isso se chama evolução! Acabou o cartel!
Deveriam manter os 50% de desconto para estudantes e as demais isenções serem extintas.
Outra polêmica, permitiram a entrada dos aplicativos de qualquer jeito enquanto táxis, lotações, ônibus e escolares os quais são pagantes de impostos, taxas, vistorias, cursos, etc, ficam a ver navios.
Agora vão chorar para o governo federal porque o sistema está quebrando.
Outra, será que os empresários do transporte público que exploram o serviço há décadas não fizeram nenhuma gordura ou não souberam administrar a riqueza para enfrentarem as adversidades da economia e os novos tempos?
Vejo sempre a mesma reclamação em ralação ao preço das passagens pelo usuários, quando na verdade, quem paga essa conta para variar são os empresários, que dão vale transporte aos seus empregados. Com relação a crise no setor, se deve aos políticos que fazem média com os eleitores criando benefícios. Os empresários do setor estão milionários! Deve estar faltando dinheiro para a propina, pois os administradores NUNCA abrem concorrência nas linhas, mantendo um cartel prejudicial a população, sem falar, nos metodos de elaboração das tarifas. E por último, as eleições estão se aproximando, e os prefeitos estão querendo dinheiro para… Leia mais »
Tem q acabar com as demagogias aprovadas pelos demagogos do PT, principalmente do chinelo sindicalista Paulo Paim, quem paga a conta pelas isenções sem critérios são os demais usuários.