Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de fevereiro de 2016
A Secretaria da Saúde de Porto Alegre informou que não usa o larvicida Pyriproxifen na Capital. O produto nunca fez parte das estratégias de controle das larvas do mosquito Aedes aegypti na cidade, de acordo com a pasta.
A CGVS (Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde) explicou que a estratégia para controle é priorizar o controle mecânico, ou seja, ações que removam os criadouros e as larvas encontradas. É um processo totalmente seguro e muito mais eficiente e sustentável do ponto de vista ambiental e de saúde, segundo a secretaria. O único produto utilizado é o inseticida para o controle do mosquito adulto, que só é aplicado para impedir a transmissão viral nas áreas onde está ocorrendo circulação do vírus. Esta aplicação é feita em perímetros delimitados, sendo o produto utilizado o mesmo dos inseticidas de uso doméstico (piretróides).
Porto Alegre tem 99,35% da população abastecida com água potável. Por isso, a utilização do larvicida nos recipientes de água para consumo humano é totalmente desnecessária.
Ações contra o Aedes
A prefeitura da capital gaúcha divulgou ainda o resultado das ações que estão sendo realizadas contra o Aedes aegypti.
As equipes de Saúde que atuaram no sábado, Dia Nacional de Mobilização ao Aedes Aegypti, vetor dos vírus da dengue, zika e chikungunya, alcançaram 82% da meta de 47.403 de residências visitadas. Nesses locais, foram identificados 3.479 criadouros de mosquitos.
A ação, que reuniu forças armadas, equipes de saúde do município, do Estado, e do Grupo Hospitalar Conceição, terá continuidade, até que a totalidade de endereços seja concluída. (PMPA)
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