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Política Presidente da Câmara dos Deputados diz que o País precisa “entender como absorver” a redução da jornada 6×1

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A PEC que discute a redução da 6x1 está em discussões iniciais na Câmara, ainda pendente de aprovação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
(Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

Após cobranças de representantes do setor produtivo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu que o Congresso avance com cautela na discussão sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reduz a jornada de trabalho do modelo 6×1 e afirmou que é preciso avaliar como a economia brasileira absorveria a mudança.

A fala ocorreu nesta terça-feira (17) durante almoço da FPE (Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo), depois de manifestações de participantes que alertaram para os impactos da medida.

“O que nós temos que entender é como o país vai absorver essa redução de jornada de trabalho. E o país que eu falo é o governo, é o setor produtivo. É entendermos como isso poderá ser viabilizado, para que a partir daí nós tenhamos a condição de avançar numa proposta”, afirmou.

A PEC que discute a redução da 6×1 está em discussões iniciais na Câmara, ainda pendente de aprovação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, esteve no colegiado para discutir a proposta e defendeu que a discussão ocorra no formato de uma PEC e defendeu que o governo não enviasse outro projeto sobre o tema — algo aventado pelo governo para dar mais celeridade à tramitação.

Ao defender as discussões mais alentadas proporcionadas pela tramitação de uma PEC, mesmo em um ano eleitoral, Motta afirmou que a Câmara conduzirá os debates de forma a encontrar consenso entre setores produtivos e trabalhadores.

“Por mais que estejamos em ano de eleição, nós não vamos conduzir esse debate de maneira atropelada, de maneira descompromissada, sem medir as consequências. Até porque isso deve até preocupar o próprio governo. Por quê? Porque um efeito negativo na economia é ruim para todos nós, e principalmente para quem está tocando o Executivo nesse momento”, disse.

Um dos que levantaram preocupações sobre o assunto foi Vander Giordano, executivo da Multiplan e integrante do conselho da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). Ele citou efeitos em diferentes setores da economia e questionou a capacidade de adaptação de municípios e empresas a uma eventual mudança para jornadas menores.

Entre os pontos mencionados, Giordano destacou possíveis impactos em serviços públicos municipais, setores que operam em regime contínuo como indústria mineração e no comércio, especialmente em shoppings, que concentram grande volume de empregos e funcionamento aos fins de semana.

Apesar dos questionamentos, Motta disse aos participantes do almoço que todos os setores representados no encontro deveriam “se sentir satisfeitos pelo formato dado pelo presidente da Câmara para a discussão dessa matéria”.

“Vejo que nós temos que trazer dados para a mesa. Não é só ficar contra por ficar contra. Tem que os setores impactados poderem, em cima da mesa, num debate amplo, transparente, trazer os impactos para a economia, trazer aquilo que será um efeito prático da decisão de se reduzir a jornada de trabalho”, concluiu. (Com informações de O Globo)

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Ricardo Vicari Fernandes
17 de março de 2026 19:42

Como os anarquistas universitários mordem a isca. Gente, o foco é discutir o 3 – 7 dos Congressistas. 120 dias de descanso. Férias no evento Caribe. Curso de Inteligência para Ministros TODOS nas Baleares [o androide é fraco em geogr ENEN nele]. Primeiro pensem na pergunta. Depois pensem na resposta. Ab.

Vanderlei Ochoa
17 de março de 2026 17:55

Na abolição da escravatura em 13 de maio de 1888, a direita surtou e disse que o brasilnia quebrar. Em 1945 o presidente GETULIO VARGAS. Criou a CLT que trouxes benefícios e regulamentação ao trabalhador. A direita surtou dizendo que iria quebrar o Brasil. Na década de 90? O governo baixou de 48 horas semanais para 44 horas semanais. A direita mais uma vez dizia que o Brasil ia quebrar. Agora que a esquerda propôs baixar para 40 horas semanais, a direita surtou. Quem afinal é essa direita que sempre luta contra o trabalhador? Esse apontem eleições, é bom o… Leia mais »

Hélio
18 de março de 2026 09:26
Responder para  Vanderlei Ochoa

… a esquerda propôs …

Aí é que está o perigo.

César
17 de março de 2026 23:35
Responder para  Vanderlei Ochoa

O Brasil não “quebrou” pois sempre que a ESQUERDA fazia uma M.RDA, com a desculpa de proteger o povo trabalhador. Na contramão vinha a DIREITA trabalhando, pagando impostos, carregando o Brasil nas costas e segurando a mão dos Sindicatos e recebedores de bolsas e abonos.

Vanderlei Ochoa
18 de março de 2026 06:09
Responder para  César

Coitado. Bom consultar um psicólogo. A conta não está fechando. O quebra cabeça não está se encaixando…bah.

Vitor
18 de março de 2026 07:46
Responder para  Vanderlei Ochoa

O teu psiquiatra pelo jeito está falhando, né? Melhor trocar…

Vitor
17 de março de 2026 19:01
Responder para  Vanderlei Ochoa

O DITADOR, ANTISSEMITA e NAZISTA GETULIO VARGAS, né?

César
17 de março de 2026 17:09

É fácil. O pagamento é o “salário mínimo”. Quer ganhar mais? Trabalha mais! (hora extra, comissão, prêmio assiduidade). Não precisa brigar.

Vitor
18 de março de 2026 07:47
Responder para  César

Perfeito! E é só repassar a conta para o preço final dos produtos… e cada vez mais a China com menos leis trabalhistas, menos encargos sociais, etc. inunda nosso país (e o resto do mundo) de produtos baratos e com qualidade cada vez melhor…

Vitor
18 de março de 2026 13:03
Responder para  Vitor

A China que a esquerda simplesmente AMA, a China que não respeita direitos trabalhistas, a China que tem trabalho escravo MAS, como é a grande rival do “imperialista satânico” EUA, nesse caso vale, né?

Eloa Guterres
17 de março de 2026 16:51

Já é um país de vagabundos, agora vem esse aí, criar mais vagabundos. Até quando??

Vanderlei Ochoa
17 de março de 2026 18:12
Responder para  Eloa Guterres

A escravidão está no fim , Magda.

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