Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 22 de setembro de 2025
"Revisar a pena logo após a decisão do STF vira afronta e casuísmo", disse Edinho Silva (D)
Foto: Ricardo Stuckert/PRO presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, admite discutir o abrandamento das penas aos condenados pelos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023, mas não neste momento.
“O presidente Lula nunca se recusou que o PT debata a dosimetria das penas. É normal que haja revisão da legislação pelo Congresso Nacional. Mas não neste ambiente político”, afirmou Edinho.
“Revisar a pena logo após a decisão do STF [Supremo Tribuna Federal] vira afronta e casuísmo. A sociedade espera que o Congresso Nacional priorize temas que dialoguem com sua realidade”, acrescentou o dirigente petista.
A sinalização de Lula estabelece uma ponte para que a base governista abra tratativas para o projeto alternativo do Centrão à anistia, que foi batizado como PL da Dosimetria.
A iniciativa, na leitura de petistas, pode isolar o bolsonarismo no Congresso e abrir caminho para um acordo que permita ao governo avançar com sua agenda.
A PEC da Blindagem abriu uma janela de oportunidade para a esquerda no momento em que o discurso do governo em defesa da soberania mostra sinais de fadiga de material.
O projeto, que impede investigações contra parlamentares sem autorização prévia de seus pares, gerou uma onda de indignação na sociedade civil e mobilizou até artistas e celebridades. As informações foram divulgadas pela CNN.
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Às vésperas da eleições, todo político resolve atender aos interesses de todo mundo, embora em momento algum, anteriromente, tenha se manifestado sobre os excessos cometidos pelo judiciário. Há uma diferença entre sempre lutar pelos interesses e pelo bem do povo e da nação e navegar em busca de popularidade somente quando lhe convém. O povo precisa ver isso, ou amargará mais quatro anos de desgoverno e corrupção.
Grande ESTADISTA LULA