Segunda-feira, 27 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 26 de abril de 2026
Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mostraram-se favoráveis à proposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que prevê a redução temporária de impostos que incidem sobre combustíveis.
A proposta havia sido anunciada pelos ministros Dario Durigan (Fazenda), José Guimarães (Relações Institucionais) e Bruno Moretti (Planejamento). Em seguida, o texto foi protocolado pelo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS).
Antes do envio da proposta, Hugo Motta e Alcolumbre se encontraram com Guimarães, Durigan e Moretti. Segundo relatos de interlocutores e aliados, Motta prometeu “acelerar” a tramitação do projeto e Alcolumbre, por sua vez, “recebeu bem” a proposta.
Em linhas gerais, o projeto prevê que quando uma guerra influenciar o preço do barril de petróleo, a exemplo da que acontece neste momento entre Israel e Irã, o governo federal ficará autorizado a reduzir impostos federais que incidem sobre combustíveis (leia detalhes mais abaixo).
Está prevista para a próxima semana uma reunião de líderes partidários, e o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, buscará um entendimento com os demais líderes para saber se é possível o plenário aprovar o chamado “regime de urgência” para a proposta.
O regime de urgência permite um andamento mais acelerado ao projeto. Ao entrar em urgência, uma proposta não precisa passar pelas comissões temáticas da Casa e pode ser analisada diretamente no plenário. Na prática, a medida encurta a tramitação e o projeto é encaminhando diretamente para o plenário.
Essa etapa é considerada necessária porque, se os líderes concordarem em pautar a urgência no plenário, se a medida for aprovada, os deputados já podem analisar em seguida o projeto em si.
Entenda
Conforme o governo federal, quando uma guerra no exterior influenciar os preços dos combustíveis no país, o presidente da República — mediante recomendação do Ministério da Fazenda — poderá editar um decreto reduzindo impostos federais que incidem sobre os combustíveis.
Além de impostos federais, também compõem os preços dos combustíveis itens como impostos estaduais, preço de distribuição e lucro dos postos, por exemplo.
– Quais impostos poderão ser reduzidos: PIS, Cofins e Cide;
– Sobre quais combustíveis: gasolina, etanol, biodiesel e diesel;
– Por quanto tempo: até dois meses, mediante avaliação da equipe econômica sobre eventual prorrogação;
– Quando houver receitas extras em áreas como: royalties do petróleo, venda de óleo pela PPSA e dividendos do setor de óleo e gás (quando a União for acionista). (com informações do portal G1)
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Na época do BOZO, o Barril , bateu 140 Dolares e a gasolina era R$ 4,30…..
Na época do BOZO, o governo agia rápido para ajudar o brasileiro….
Na volta a cena do crime….este governo é muito rápido para ROUBAR, e proteger quadrilheiros, ladrões de velhinhos do INSS……
Desde 2002 , quando este velhaco assumiu a Presidencia pela primeira vez, só escandalos, roubos e corrupção…..SÓ ANDAMOS PARA TRAZ….
Alguém lembra …..desde 2002, alguma coisa boa que esta quadrilha de BANDIDOS FEZ PARA O BRASIL???