Terça-feira, 31 de Março de 2020

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Economia Principais bolsas do mundo caem com o avanço do coronavírus

Avanço da epidemia e temor dos impactos nos lucros das empresas e na economia global provoca perdas nas principais bolsas do mundo

Foto: Reprodução
Avanço da epidemia e temor dos impactos nos lucros das empresas e na economia global provoca perdas nas principais bolsas do mundo. (Foto: Reprodução)

As ações europeias operam em queda pela quinta sessão consecutiva nesta quarta-feira (26), com os principais índices recuando para mínimas em quase quatro meses, com os investidores preocupados com o impacto da propagação do coronavírus na economia global e nos lucros das empresas.

Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o principal índice de ações europeu STOXX 600 caía 1,33%, marcando sua primeira série de cinco dias de perda desde julho de 2019. As bolsas de Frankfurt, Paris e Madrid recuavam ao redor de 1%.

As ações de viagens, serviços financeiros, química e tecnologia lideravam as baixas do dia, recuando entre 3% e 4%. As perdas nos mercados globais se ampliaram na terça-feira depois que autoridades de saúde dos Estados Unidos alertaram que os norte-americanos devem se preparar para uma possível propagação do vírus que agora chegou à Espanha e dezenas de países.

Na sessão anterior, as principais bolsas da Europa fecharam em queda de quase 2%, após um tombo de mais de 3% na segunda-feira (24). Nos EUA, os índices Dow Jones e S&P 500 caíram mais de 3% na véspera, zerando as perdas no ano. Em 2 dias, as empresas listadas nas bolsas de Nova York perderam US$ 2,15 trilhões de valor de mercado, segundo a Economatica.

Investidores temem os impactos do avanço do coronavírus no crescimento da economia global. Mais empresas alertaram nos últimos dias que o surto afetará suas finanças, incluindo United Airlines, Mastercard, Danone e Diageo.

Os rendimentos a 10 e 30 anos dos títulos do Tesouro dos EUA caíram nesta quarta para níveis mínimos históricos enquanto outro porto-seguro, os títulos alemães também viram os títulos de 10 anos recuarem para mínimos de quatro meses. Entre os investidores, crescem as apostas de mais medidas de estímulos e de cortes nas taxas de juros na Europa e no Estados Unidos para sustentar a economia.

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