Quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Príncipe Charles tem carro ecológico que funciona à base de “queijo” e “vinho”

Compartilhe esta notícia:

Ele defende a implementação de cultivos orgânicos e o uso de fontes renováveis de energia e modificou seu Aston Martin para ser abastecido com biocombustíveis.

Foto: Reprodução
Ele defende a implementação de cultivos orgânicos e o uso de fontes renováveis de energia e modificou seu Aston Martin para ser abastecido com biocombustíveis. (Foto: Reprodução)

O príncipe Charles, ambientalista de longa data e amante declarado de automóveis de luxo, disse que um de seus carros, da marca Aston Martin, foi modificado para funcionar à base de “queijo” e “vinho”.

Em entrevista à rede BBC nesta segunda-feira (11), o príncipe afirmou que modificou o automóvel para poder abastecê-lo com combustíveis de origem renovável.

O veículo, que possui há mais de 50 anos, funciona com 85% de bioetanol, e 15% de gasolina sem chumbo. Na mistura, vai o excedente da produção local de vinho e o soro da fabricação de queijo.

O filho mais velho da rainha Elizabeth II e herdeiro da coroa britânica participará da COP26, a Conferência da ONU para o clima em Glasgow, junto com sua mãe, de 95 anos.

Greta

O duque de Cambridge disse também que “entende” a frustração de ativistas como a sueca Greta Thunberg, que acusa os políticos de permanecerem impassíveis à emergência climática.

“Todos esses jovens acham que nada acontece, então é claro que ficam frustrados”, afirmou o príncipe, de 72 anos.

Ele também disse entender porque grupos ambientalistas, como o Extinction Rebellion (XR), protestam e bloqueiam estradas, ações reiteradamente condenadas pelo governo britânico.

“A dificuldade está em como lidar com essa frustração de forma construtiva, e não destrutiva”, sugeriu.

Charles teme que os líderes mundiais reunidos para a COP26, a partir de 31 de outubro, em Glasgow, “limitem-se a falar”, em vez de tomarem medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Impacto catastrófico

Desde que os Acordos de Paris sobre o Clima foram assinados em 2015, a transição para economias mais limpas progrediu muito lentamente no sentido de limitar o aquecimento global a +2°C, e muito menos a +1,5°C, em comparação com o final do século XIX.

O impacto será “catastrófico”, se não forem tomadas medidas ambiciosas, advertiu Charles, contando que ele próprio deixou de comer carne e peixe dois dias por semana.

tags: Você Viu?

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Jovem morre atropelada após reação contra assédio em Santa Catarina
Justiça impede Sérgio Camargo de nomear ou exonerar funcionários da Fundação Palmares
Pode te interessar