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Política PT deve retirar candidatura de Edegar Pretto e indicar vice na chapa de Juliana Brizola

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A decisão ocorre em respeito à orientação da executiva nacional petista. Na foto, Edegar Pretto e Lula

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
A decisão ocorre em respeito à orientação da executiva nacional petista. Na foto, Edegar Pretto e Lula. (Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação)

O cenário político do Rio Grande do Sul deve sofrer uma reviravolta nesta quinta-feira (9). O ex-deputado estadual Edegar Pretto deve anunciar oficialmente a retirada da sua candidatura ao governo do Estado, abrindo caminho para uma composição entre o PT e o PDT.

A tendência é de que o partido passe a integrar a chapa liderada por Juliana Brizola, indicando o candidato a vice-governador. A decisão ocorre em respeito à orientação da executiva nacional petista, que possui a prerrogativa de definir a tática e a estratégia eleitoral nos Estados.

Nos bastidores, a influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi determinante. Lula avalia que Juliana Brizola, neta de Leonel Brizola, reúne melhores condições de aglutinar forças políticas, alcançar o segundo turno e disputar a vitória, fortalecendo também o palanque gaúcho para o seu projeto de reeleição.

Com a saída da disputa estadual, Edegar Pretto deve direcionar seu projeto político para uma candidatura à Câmara dos Deputados. No entanto, aliados próximos avaliam que uma possível dobrada com seu irmão, Adão Pretto Filho, pode dificultar a construção de alianças mais amplas dentro do partido.

Diante disso, cresce a possibilidade de que o próprio grupo de Edegar indique o nome de Adão Pretto Filho para compor como vice na chapa de Juliana Brizola. Outras alternativas também estão sendo consideradas internamente, como o deputado e médico Pepe Vargas, que traria experiência administrativa por já ter sido prefeito de Caxias do Sul e ministro, e o ex-deputado federal Henrique Fontana, visto como um perfil conciliador dentro da sigla.

A definição deve consolidar uma aliança estratégica entre PT e PDT no Estado, redesenhando o tabuleiro eleitoral gaúcho para a disputa de 2026.

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