Terça-feira, 29 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Quando a Polícia Federal começou a investigar fiscais do ministério da Agricultura apenas queria identificar esquema de corrupção. Ao grampear os telefones, constatou a contaminação de carnes e a adulteração de mercadorias

Compartilhe esta notícia:

A maior parte dos crimes que podem ter alguma relação com riscos à saúde pública não chegou a ser investigada. (Foto: Banco de Dados/ O Sul)

Quando a PF (Polícia Federal) começou a investigar ações suspeitas de fiscais do Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), ela tinha como meta identificar se havia uma esquema de corrupção entre servidores públicos e empresas do setor de frigoríficos. Ao grampear os telefones do suspeitos veio a surpresa: muitos dos diálogos narravam incidentes como contaminação de carnes, deficiências na refrigeração dos produtos, adulteração de mercadorias. Cada empresa era uma realidade diferente.

A maior parte dos crimes que podem ter alguma relação com riscos à saúde pública não chegou a ser investigada em profundidade na Operação Carne Fraca. No entanto, as conclusões dos investigadores estão descritas em detalhes nos autos do processo.

A PF pediu busca e apreensão em 56 empresas e órgão públicos, 37 do setor de alimentos. Mas uma análise do que foi apurado das 21 empresas que tiveram suspensas as certificações para exportação dá uma ideia da enorme diversidade de problemas que foram identificados. (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Relatório aponta desafio mundial para igualar os homens e as mulheres
Dinheiro desviado por esquema do ex-governador Sérgio Cabral já é usado para pagar aposentados do Rio de Janeiro
Pode te interessar