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Mundo “Que seja eleito o papa que a Igreja e a humanidade precisam neste momento tão difícil”, diz cardeal em missa do conclave

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Giovanni Battista Re elencou a unidade da Igreja Católica como uma das tarefas do novo pontífice

Foto: Reprodução de vídeo
Giovanni Battista Re elencou a unidade da Igreja Católica como uma das tarefas do novo pontífice. (Foto: Reprodução de vídeo)

Na homilia da missa que antecedeu o primeiro dia do conclave, o cardeal decano Giovanni Battista Re pediu, nesta quarta-feira (7), “luz” para os seus colegas que escolherão o sucessor do papa Francisco.

“Estamos aqui para invocar a ajuda do Espírito Santo, para implorar a sua luz e a sua força, a fim de que seja eleito o papa que a Igreja e a humanidade precisam neste momento tão difícil e complexo da história”, disse Battista Re.

O decano elencou a unidade da Igreja Católica como uma das tarefas do novo pontífice. “A unidade da Igreja é desejada por Cristo, uma unidade que não significa uniformidade, mas comunhão sólida e profunda na diversidade, desde que se permaneça plenamente fiel ao Evangelho”, disse.

“Entre as tarefas de cada sucessor de Pedro, conta-se a de fazer crescer a comunhão: comunhão de todos os cristãos com Cristo, comunhão dos bispos com o papa e comunhão dos Bispos entre si. Não uma comunhão autorreferencial, mas totalmente orientada para a comunhão entre as pessoas, os povos e as culturas, tendo sempre em vista que a Igreja seja ‘casa e escola de comunhão'”, continuou.

Após o rito, os religiosos seguiram em procissão até a Capela Sistina, cantando o hino Veni Creator, para invocar o Espírito Santo. Lá, fizeram um juramento de sigilo absoluto sobre todo o processo de votação.

A expectativa é de que a escolha do novo pontífice dure de dois a três dias. A palavra conclave vem do latim “cum clavis” e significa “fechado à chave”. Ao todo, 133 cardeais com menos de 80 anos irão eleger o novo pontífice. Sete deles são brasileiros.

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3 Comentários
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Denise Goulart de Munhós
7 de maio de 2025 12:38

Será papa o escolhido pelo Matusalém George Soros.

Anderson Cardoso da Silva
7 de maio de 2025 14:18

Que nao seja um esquerdopata…

Lauro Junges
7 de maio de 2025 14:45

Antigamente, diziam que o Espírito Santo orientava os cardeais nas votações, hoje os políticos sujos corruptos procuram interferir, até que ponto chegamos, também a CNBB está cheia de comunistas, se pudessem colocariam o lule lá e logo uma lei quevo papa pode casar.
Este é clima que vivemos.
Sou católico praticante e dizimista, a Igreja é
muito maior que meia dúzia de esquerdopatas. A CNBB não me representa.

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