Domingo, 04 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Light Rain

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Queda sem parar do preço do petróleo no mundo pode acelerar a recuperação da Petrobras

Compartilhe esta notícia:

Preços podem trazer alívio ao caixa da estatal, com o aumento da margem de lucro. (Foto: Ale Silva/AE)

Sob efeito da desaceleração da economia chinesa, do possível retorno do Irã ao mercado e do aumento de sondas de exploração em atividade nos Estados Unidos, o petróleo não para de despencar. Na sexta-feira, o barril WTI, referência no mercado norte-americano, rompeu a barreira de 40 dólares por barril pela primeira vez desde 2009, ao ser negociado a 39,86 dólares durante a tarde. Com uma pequena recuperação no fim do dia, a cotação fechou o pregão em 40,45 dólares, queda de 2,1% ante a do dia anterior.

Em Londres (Reino Unido), o petróleo do tipo Brent caiu 2,5% e fechou em 45,46 dólares por barril. Durante a tarde, chegou perto de romper a barreira dos 45 dólares, atingindo os 45,07 dólares.

Sob reflexo da queda do petróleo, as ações da Petrobras fecharam em baixa pelo sétimo pregão seguido. Os papéis preferenciais caíram 4,93%, para 8,30 reais. Os ordinários – com direito a voto – tiveram baixa de 5,06%, para 9,20 reais.

Para o Citi, a cotação norte-americana pode chegar a 32 dólares ainda neste ano. O petróleo texano está em queda há oito semanas consecutivas, o que não ocorria desde 1986.

O preço do Brent se aproxima do piso de 41 dólares considerado pela Petrobras para viabilizar os projetos do pré-sal. Em junho, a estatal calculava que o custo de produção do pré-sal variava de 41 dólares a 57 dólares por barril, dependendo do campo e da necessidade de investimento em infraestrutura.

Questionada, a empresa não quis fazer uma nova estimativa. Disse apenas, em nota, que a alta produtividade dos poços e a redução de custos na indústria lhe permitem elevar a capacidade de produção “de modo economicamente viável”.

Combustíveis
No curto prazo, a queda dos preços pode trazer alívio ao caixa da Petrobras, com o aumento da margem de lucro sobre a venda de combustíveis no País. O mercado não espera reduções de preços em 2015. (Folhapress)

tags: economia

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Empreiteiro envolvido no escândalo da Petrobras comparece todos os dias ao trabalho em sua empresa usando tornozeleira na perna direita
Depositar dinheiro ilícito na Suíça não é mais garantia de sigilo e impunidade
Pode te interessar