Sábado, 04 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 2 de abril de 2026
Vice-presidente e pré-candidato à reeleição, Alckmin (foto) deu a declaração ao se referir à Flávio Bolsonaro
Foto: Cadu Gomes/VPRO vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta quinta-feira (2) que “quem defende a ditadura não devia nem ser candidato”. Alckmin, que está de saída do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), fez a afirmação ao se referir ao pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A declaração foi dada durante café da manhã com jornalistas. Alckmin apresentou um balanço do período à frente do MDIC. Ele está deixando o cargo de ministro para concorrer na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
Questionado sobre algumas pesquisas que apontam o candidato da oposição à frente de Lula, Alckmin respondeu que “pesquisa é momento”.
“O que vai valer mesmo é depois que começa a campanha eleitoral. Vai poder comparar governos. Democracia, nós salvamos a democracia, versus ditadura, autoritarismo. Quem defende ditadura não devia nem ser candidato. Se não acreditar no povo, por que disputar?”, questionou Alckmin.
Sobre a pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência, pelo PSD, Alckmin afirmou que é natural, em um país como o Brasil, com dezenas de partidos políticos, vários políticos se lançarem candidatos.
“Diferente de outros países, que tem cinco ou sei partidos, temos mais de 30. É natural que tenha mais candidatos, não vejo problema nisso. É natural que, no futuro, venhamos reduzindo o número de partidos. Há um multipartidarismo exagerado, com a cláusula de barreira, ir limitando um pouco o numero de partidos. Dificulta a governabilidade, tem de ter menos partidos”, disse o vice-presidente.
Alckmin disse ainda que ficou “honrado” com o anúncio que Lula fez sobre a sua pré-candidatura à Vice-Presidência durante reunião ministerial na última terça-feira (31).
“A gente, na vida pública, muitas vezes não escolhe como servir. É a vida publica que escolhe a maneira de melhor servir. Lula disse pra eu escolher. Pra mim, estava encaminhado. Ele não falou que ia falar na reunião com ministros, mas me senti honrado”, afirmou.
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E quem confia nas palavras do Alcoolemmim??
Então dito isso o lula vai se retirar da disputa? Porquê, quem defendeu e é amigo fiel (HISTORICA E COMPROVADAMENTE) de Nicholas Maduro, Hugo Chaves, Fidel Castro, Regime do Irã É LULA e não os bolsonaros. HIPÓCRIA. O mesmo que diz essas palavras dizia que lula queria voltar a cena do crime e agora esta ai pendurado ao lula por dinheiro e poder
A pretensa candidatura do encantador da jumentolândia é a certeza de que muitos idiotas ainda acreditam num mentiroso contumaz.
Esse foi um recadinho para os golpistas marginais…
A candidatura de Flávio Bolsonaro na verdade é apenas uma pesquisa pra saber a quantidade de idiotas que existe no Brasil.
“DEPOIS DE QUEBRAR O BRASIL, LULA AGORA QUER VOLTAR À CENA DO CRIME”…
Geraldo, 2017.
Parece que o picolé de chuchu e o criminoso triplamente condenado voltaram juntos…
Palavras de um homem que, após chamar Lula de ladrão diversas vezes, se prostitui funcionalmente em troca de um cargo, tal como a ministra Simone Tebet. É a legítima definição de traidor. Todos deveriam se perguntar: é esse tipo de gente, cujas ideias e caráter são forjados por poder e cifras, que queremos no governo?
Falácia do Espantalho …
A direita golpista defe de é tentou ditadura. O marginal é seus aliados estão presos. Como pode ter gente acreditando ainda nos marginais???