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Política Saiba quem é o deputado Sóstenes Cavalcante, alvo da Polícia Federal por suspeita de desvios na cota parlamentar

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Sóstenes está em seu terceiro mandato na Câmara e presidiu a Frente Parlamentar Evangélica, conhecida como a Bancada da Bíblia, em 2022. (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na sexta-feira (19), uma operação para apurar suspeitas de desvios na cota parlamentar de dois deputados federais do Partido Liberal (PL): o líder da sigla na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e Carlos Jordy (RJ).

Os endereços dos dois parlamentares foram alvos de mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Perfil

Sóstenes tem 50 anos e é natural de Maceió, em Alagoas. Ele é formado em teologia pela Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil (Faceten) e pastor licenciado da Assembleia de Deus, igreja liderada por Silas Malafaia.

Ele está em seu terceiro mandato na Câmara e presidiu a Frente Parlamentar Evangélica, conhecida como a Bancada da Bíblia, em 2022.

Nesse período, ele se posicionou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, da Reforma Trabalhista e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto dos gastos públicos.

O deputado Sóstenes Calvacante afirmou que havia vendido um imóvel e recebido o pagamento em dinheiro lacrado, dizendo que tudo ocorreu normalmente. Segundo ele, o imóvel já estava declarado em seu Imposto de Renda e não havia qualquer ilegalidade na transação.

Questionado sobre onde o dinheiro foi apreendido, Sóstenes disse não saber onde o montante estava, se em um flat que utiliza em Brasília ou em outro endereço. Segundo ele, seus contadores que cuidam de suas movimentações financeiras.

Ele também afirmou que é vítima de uma perseguição judicial e que não tem “nada a temer” na investigação sobre supostos desvios de recursos públicos.

O deputado Carlos Jordy publicou um vídeo nas redes sociais na manhã de sexta, confirmando ser alvo dos mandados da PF e alegando que é vítima de perseguição. Ele negou qualquer irregularidade com a empresa citada nas investigações.

Jordy alegou que, além de endereços ligados a ele, a PF também cumpriu mandados em endereços de familiares.

“Eles dizem que chama muita a atenção o número de veículos dessa empresa, dizendo que as outras empresas tem mais de 20 veículos na sua frota, e que a empresa de veículos que usamos tem apenas cinco, por isso, seria uma empresa de fachada”, afirmou.

Operação 

Batizada de Galho Fraco, a operação é um desdobramento de investigação iniciada no fim do ano passado para apurar repasses da cota parlamentar a uma locadora de veículos. A suspeita da apuração é que essa locadora foi criada apenas para emitir notas fiscais fictícias com o objetivo de desviar recursos da Câmara.

Na primeira operação, a PF mirou assessores dos parlamentares e levantou informações sobre esses contratos. Com o aprofundamento, essa nova ação mirou diretamente os dois deputados. (Com informações dos portais Estadão e g1)

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