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Política A reforma trabalhista vai gerar empregos e aumentar a produtividade, diz o ministro da Fazenda

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Meirelles voltou a afirmar que o Brasil está saindo da maior recessão de sua história e a nova legislação trabalhista é “um passo” para criar vagas de trabalho. (Foto: Reprodução)

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, usou sua conta no Twitter, nesta quinta-feira, para dizer que a reforma trabalhista vai gerar empregos e aumentar a produtividade das empresas. O presidente Michel Temer irá sancionar a lei nesta tarde, após o projeto ter sido aprovado no Senado nesta semana. Segundo Meirelles, a nova lei deixará o mercado de trabalho “menos engessado”.

“O governo sancionou nesta quinta-feira a reforma trabalhista, que fará o Brasil ter uma legislação moderna e atual para as relações de trabalho. Esta nova era nas relações de trabalho garantirá maior produtividade e criará maiores oportunidades de emprego. Menos engessado, o mercado de trabalho vai permitir ao país produzir mais e melhor, com maiores chances de criação de empregos”, disse o ministro.

Meirelles voltou a afirmar que o Brasil está saindo da maior recessão de sua história e a nova legislação trabalhista é “um passo” para criar vagas de trabalho. A taxa de desemprego ficou em 13,3% no trimestre encerrado em maio, atingindo 13,8 milhões de pessoas. Essa foi a maior taxa para este trimestre desde o início da pesquisa, em 2012.

“A modernização das leis trabalhistas mostra que estamos no caminho certo para a retomada do crescimento do Brasil. O Brasil está saindo de sua maior recessão, a inflação caiu e, agora, com as novas regras trabalhistas, damos um passo para gerar empregos”, completou o ministro.

Recessão

“A economia brasileira apresenta resultados significativos de que a pior recessão da história já foi superada. Existem dados negativos, mas isso significa uma trajetória de recuperação que nunca é uniforme. Mas os indicadores mostram crescimento”, disse Meirelles.

 Apesar das seguidas falas de integrantes do governo de que a recessão acabou, o país vem amargando números macroeconômicos ruins. A taxa de desemprego ficou em 13,3% no trimestre encerrado em maio, atingindo 13,8 milhões de pessoas. Essa foi a maior taxa para este trimestre desde o início da pesquisa, em 2012. A produção industrial, por sua vez, em 12 meses, recua 2,4%.

Já o PIB (Produto Interno Bruto) registrou alta de 1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses do ano passado, mas influenciado principalmente pelo bom desempenho da agropecuária. Na comparação com primeiro trimestre de 2016, o PIB caiu 0,4%. A economia está no patamar de 2010. Excluindo o efeito positivo da agropecuária, a economia brasileira encolheria 0,3% em 2017, segundo projeções do Ibre/FGV.

Meirelles disse que as reformas propostas pelo governo federal farão melhorar o ambiente de investimentos no país. “Esse governo conduz reformas, lideradas pelo presidente Michel Temer, que visam a melhorar o ambiente de investimentos. O investimento em infraestrutura é fundamental, crucial para a capacidade de o país crescer. Tendo isso em mente, esse governo está trabalhando intensamente nas concessões e privatizações”, completou o ministro.

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