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Política Registros de armas de fogo caem 71,5% no País com regras mais rígidas

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Em janeiro deste ano, já no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foram cadastradas 2,5 mil armas

Foto: Divulgação
A proposta ainda passará por análise da CCJ  (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) e pelo plenário da Câmara dos Deputados. (Foto: Divulgação)

Em janeiro, o número de novas armas registradas por cidadãos comuns em todo o Brasil despencou em relação ao mesmo mês, nos últimos anos.

Durante o governo de Jair Bolsonaro, o então presidente assinou decretos que flexibilizaram a posse e o porte, além da compra de munição. Em quatro anos houve um salto no número de armas cadastradas por cidadãos comuns no Sinarm, o Sistema Nacional de Armas da Polícia Federal.

Em janeiro de 2019, foram pouco mais de 2 mil novos cadastros. Um ano depois, o número já tinha mais do que triplicado: quase 7 mil novos registros. Em janeiro de 2021, beirou os 11 mil. Permaneceu alto em janeiro do último ano do governo Bolsonaro: mais de 8,7 mil.

Em janeiro deste ano, já no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foram cadastradas 2,5 mil armas, uma queda de 71,5% em relação a um ano atrás.

Política de armas

A representante do Instituto Sou da Paz afirma que os números de janeiro já são um reflexo da mudança na política de armas do governo federal.

“Dá uma sinalização importante, de que o governo deve seguir em uma outra direção: de uma regulamentação mais responsável, mais coerente com a nossa realidade de violência armada do país. E, nesse sentido, ele deixa de incentivar, né? Existe uma questão das pessoas se adaptarem e se inteirarem de qual é a nova regra. E essa questão discursiva, essa questão subjetiva, de dar um novo tom do que deve ser a política nacional de controle de armas, de não haver um incentivo para que as pessoas se armem”, afirma a gerente de projetos do instituto, Natália Pollachi.
A restrição do acesso a armas no Brasil foi uma das medidas assinadas pelo presidente Lula logo no primeiro dia de governo. O decreto suspendeu ainda a concessão de novos registros para abertura de clubes e escolas de tiro no país, que também cresceram no governo anterior.

Dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, nos últimos quatro anos, o Exército, responsável pela fiscalização, concedeu 1.483 registros para as escolas e clubes de tiros. É mais que o dobro da soma de todos os registros liberados nos dez anos anteriores.

Armas

Hoje, no Brasil, existem 7.649 escolas e clubes de tiro cadastrados. O Exército não informou o número de munições e a localização exata dos clubes de tiro nas cidades brasileiras.

A pesquisadora Valéria Cristina de Oliveira, do Centro de Estudos sobre Criminalidade da Universidade Federal de Minas Gerais, reforça a importância das medidas para controlar o uso de armas de fogo no país, como o recadastramento obrigatório no sistema da Polícia Federal de todas as armas compradas desde maio de 2019.

“A Polícia Federal, o Exército, o governo federal, precisam identificar essas armas. Porque quando elas forem apreendidas, a gente tem que responsabilizar. E se não houver um sistema muito bem construído para acompanhar o registro dessas armas, essas informações ficam perdidas”, defende.

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Ck Ps
15 de fevereiro de 2023 00:03

populismo do desarmar bandido kkkkk ate os eua querem sair desta porcaria do armamento. Vai lá pra ver

Glaucio Dos Santos Brum
14 de fevereiro de 2023 01:00

Qurem um bom motivo para incentivar o desarmamento espontâneo? Desarmem e prendam os criminosos, cujas armas de guerra não são registradas. Os imponham uma pena rigorosa e mudem a legislação para que os obriguem a trabalhar, a fim de pagar pelos danos causados e pelo seu próprio sustento. Esse é o caminho, o resto é politicagem.

Vanderlei Ochoa
14 de fevereiro de 2023 01:10

Agora , O BRASIL TEM GOVERNO. Parabéns ESTADISTA LULA.

Mario Santana de Almeida
15 de fevereiro de 2023 00:51

“Porque quando elas forem apreendidas…” Enquanto isso a bandidagem continuará fazendo a festa com a total conivência do “des”governo.

Rodrigo Noro
15 de fevereiro de 2023 12:51

É, pro cidadão pagador de imposto, diminuiu e teve mais um direito cerceado, já a bandidagem, esses tiveram acesso a armas facilitado, tendo em vista as ultimas medidas deste DES governo que coloca o CAC como um garçom, levando a arma de bandeija para o bandido que ( não paga imposto sobre suas armas e munições, que rouba e mata, que estupra e viola o direito de ir e vir das pessoas de bem ) SÃO ESSES QUE ESSE GOVERNO DEFENDE E FACILITA A VIDA! É muito fácil ver de que lado esse governo está. Parabéns aos apoiadores do corrupto,… Leia mais »

Vanderlei Ochoa
15 de fevereiro de 2023 12:55

Ao invés de desarmar os BANDIDOS, direita golpista prefere armar os trouxas( quer dizer ,cidadãos de bem?) ….que barbaridade chê…

Fernando Krause
15 de fevereiro de 2023 13:42

A ideologia do lulopetismo sempre foi desarmar o cidadão que compra arma legalmente para sua defesa e armar os bandidos e criminosos, que são chamados por esta casta podre de “vítimas da sociedade”…
Para lembrar: o ex presidiário disse que “ladrão de celular” não pode apanhar da polícia… e estes criminosos matam para roubar celular.

Alvaro Soares
15 de fevereiro de 2023 13:51

Antes era legalizado, agora vai voltar o anonimato por que ninguém vai fica a mercê de bandidos

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