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Economia Regra para trabalho em feriados no comércio passa a valer no Brasil

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Convenção coletiva volta a ser obrigatória para trabalho em feriados no comércio e impacta 12 setores específicos

Foto: Freepik
(Foto: Freepik)

Após o término do prazo de 90 dias de prorrogação estabelecido pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), a Portaria que estabelece novas diretrizes para o trabalho em feriados no setor do comércio passou a vigorar plenamente nesta segunda-feira (1º) no Brasil.

A norma determina que a abertura de estabelecimentos nessas datas depende agora obrigatoriamente de autorização prevista em convenção coletiva de trabalho e da observância da legislação municipal.

A medida tem como objetivo central restabelecer o que determina a Lei nº 10.101/2000, reforçando a negociação coletiva como o pilar das relações entre capital e trabalho.

Com a nova regulamentação, o governo corrige o que classificou como uma “distorção” criada em 2021, quando uma portaria anterior passou a permitir o trabalho em feriados por decisão unilateral do empregador, sem a necessidade de consulta aos sindicatos.

O que muda na prática

Com a vigência da nova portaria, as empresas do setor de comércio varejista não podem mais decidir sozinhas sobre a abertura em feriados. Para que o trabalho seja permitido nessas datas, é fundamental que: haja uma convenção coletiva assinada entre o sindicato dos patrões e o sindicato dos trabalhadores; o acordo estabeleça as condições para essa jornada, como compensações ou pagamentos extras.

A legislação do município onde a empresa está instalada seja respeitada. Segundo o Ministério do Trabalho, essa mudança busca promover o equilíbrio nas relações laborais, assegurando que o funcionamento do comércio em dias festivos ocorra de forma organizada e justa, protegendo os direitos dos trabalhadores e garantindo a previsibilidade para o setor produtivo.

De acordo com a nova regulamentação, a exigência de convenção coletiva para o trabalho em feriados impacta 12 setores específicos do comércio, de um total de 122 atividades que anteriormente possuíam autorização permanente

As atividades afetadas são as seguintes:

Varejistas de peixe
Varejistas de carnes frescas e caça
Varejistas de frutas e verduras
Varejistas de produtos farmacêuticos, incluindo as farmácias de manipulação
Mercados, supermercados e hipermercados, cuja atividade principal seja a venda de alimentos, abrangendo também os transportes a eles vinculados
Comércio de artigos regionais localizados em estâncias hidrominerais
Comércio em pontos de transporte, como portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias
Comércio em hotéis
Comércio em geral
Atacadistas e distribuidores de produtos industrializados
Revendedores de veículos, como tratores, caminhões e automóveis
Comércio varejista em geral

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MIRO
1 de junho de 2026 16:16

NO PASSADO LULISMO QUEBROU O BRASIL …..AGORA ESTA MATANDO:
“O suicídio entre agricultores é um problema grave, agravado por dívidas, frustrações de safra, desastres climáticos (como enchentes e secas) e falta de apoio governamental. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o endividamento e a perda de maquinário têm levado a um aumento alarmante de casos”

MIRO
1 de junho de 2026 16:10

NO PASSADO LULISMO QUEBROU O BRASIL …..AGORA ESTA MATANDO:

“O suicídio entre agricultores é um problema grave, agravado por dívidas, frustrações de safra, desastres climáticos (como enchentes e secas) e falta de apoio governamental. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o endividamento e a perda de maquinário têm levado a um aumento alarmante de casos”

MIRO
1 de junho de 2026 16:10

BRASIL ….ANDANDO PARA TRAZ……

“O êxodo de CENTENAS de empresas do Brasil envolve dois movimentos principais: multinacionais encerrando operações locais (como Ford, Sony e Mercedes-Benz) e marcas nacionais migrando para países vizinhos, como o Paraguai, atraídas por cargas tributárias e custos operacionais menores”

O que explica o recorde de quase 9 milhões de empresas ..
https://oglobo.globo.com › noticia › 2026/05/05 › o-qu…
05/05/2026 — Um número recorde de 8,9 milhões de empresas tem dívidas em atraso, totalizando cerca de R$ 213 bilhões.

Eloa Gute
1 de junho de 2026 13:14

Eu demitia todos e só eu ficaria trabalhando no meu comércio. E isso que essa gente merece

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