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Política Relator afirma que a Reforma Tributária deve ser votada na Câmara dos Deputados em julho

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A previsão contraria a expectativa do governo de votar a medida ainda em junho

Foto: Luis Macedo/Agência Câmara
A previsão contraria a expectativa do governo de votar a medida ainda em junho. (Foto: Luis Macedo/Agência Câmara)

O relator da reforma tributária no Congresso nacional, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou, nesta terça-feira (6), que a votação do texto em plenário deve ocorrer na primeira semana de julho.

A previsão contraria a expectativa do governo Lula e do próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de votar a medida ainda em junho.

O relator leu a íntegra do seu substitutivo em sessão na Casa nesta terça e o documento traz o parecer do grupo de trabalho (GT) da Câmara dos Deputados.

O substitutivo das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 45 e 110, que nada mais é do que o texto propriamente dito da reforma, deve ser apresentado quando a data da discussão em plenário for definida.

O relatório apresentado propõe a implantação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, dividido entre um tributo federal e outro estadual e municipal. Sendo assim substituídos os atuais IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS.

Mais cedo, o coordenador do GT, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), disse em entrevista projetar 400 votos favoráveis à matéria no plenário da Casa.

“Essa é uma ação estruturante para o Estado brasileiro, portanto eu apostaria em 400 votos no plenário da Câmara”, disse. Reginaldo Lopes destacou o apoio dos presidentes das Casas Legislativas, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à medida, assim como a condução do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Segundo o deputado, o apoio à reforma vai além do governo e diz respeito ao interesse do Estado, agregando inclusive setores da oposição. “Essa é uma reforma do setor produtivo, uma reforma para eliminar 80% do custo Brasil, uma reforma que não está inventando um sistema tributária, mas trazendo as melhores práticas internacionais de tributação de consumo“, defendeu.

 

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Adroaldo Mousquer
7 de junho de 2023 15:48

Tá. Mas daí chega ou vem mais reformas? Parece que as “negociações” para liberação de precisam continuar. O que será que vão inventar agora?

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