Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Rio de Janeiro descumpre todas as metas ambientais para a Olimpíada

Compartilhe esta notícia:

Jogos serão realizados em agosto (Foto: Divulgação)

Os compromissos para o meio ambiente assumidos pelo Rio de Janeiro no dossiê de candidatura para os Jogos Olímpicos de 2016 foram todos descumpridos. O tratamento do esgoto lançado baía da Guanabara não avançou nem metade do prometido. A lagoa de Jacarepaguá, que margeia o Parque Olímpico, continua fétida e assoreada.

Nem mesmo o plantio de mudas na Mata Atlântica, de simples execução, foi concluído como prometido. O sonho de abrir a lagoa Rodrigo de Freitas para banhistas foi abandonado. Dificuldades financeiras, de gestão e até novos critérios justificam o abandono dos compromissos feitos ao COI (Comitê Olímpico Internacional) no dossiê de candidatura. O documento, de 614 páginas, usava o legado dos Jogos como um dos principais ativos para trazer o evento pela primeira vez para a América do Sul.

Agora, o Rio conta com a sorte para não ocorrer, por exemplo, uma mortandade de peixes na lagoa que margeia o Parque Olímpico. Em setembro do ano passado, cerca de uma tonelada de peixes mortos foi retirada das águas da lagoa.

O tratamento do esgoto lançado na baía de Guanabara, local das competições de vela, é um dos principais símbolos do fracasso do legado ambiental. A Olimpíada foi apontada no documento como uma forma de acelerar o projeto, debatido desde a década de 1990. O objetivo de limpar 80% do esgoto produzido pelas 9 milhões de pessoas que vivem no entorno da baía não chegou nem perto da meta. A capacidade das sete estações de tratamento instaladas subiu de 16% para 48% do esgoto total produzido, mas a ausência de tubulações que levem o material até elas faz com que operem abaixo do limite.

A Secretaria Estadual do Ambiente, responsável pelas ações na baía da Guanabara e na lagoa de Jacarepaguá, afirmou que o descumprimento na despoluição dessas áreas foi causada tanto por falta de planejamento quanto pela crise financeira. (Folhapress)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

VÃO PARA BALANÇA
Gre-Nal vale muito e pode arrumar a casa do vencedor neste domingo no Beira-Rio
Pode te interessar