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Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul se torna o primeiro Estado com Lei da Liberdade Econômica

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Governador Eduardo Leite destacou o Piratini lotado para a sanção de uma lei que "coroa uma agenda de governo que prestigia quem empreende".

Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini
Governador Eduardo Leite destacou o Piratini lotado para a sanção de uma lei que "coroa uma agenda de governo que prestigia quem empreende". (Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini)

Com a sanção do Projeto de Lei 231/2019 pelo governador Eduardo Leite nesta sexta-feira (27), o Rio Grande do Sul tornou-se o primeiro Estado no Brasil a ter uma legislação baseada na Lei de Liberdade Econômica sancionada pelo governo Jair Bolsonaro.

A proposta simplifica os processos para quem deseja abrir uma empresa, ampliando a capacidade de geração de emprego e renda. De autoria do deputado estadual Rodrigo Lorenzoni, o projeto foi baseado a partir de três princípios: liberdade para exercer atividades econômicas, presunção de boa-fé do empreendedor e interferência mínima e excepcional do Estado sobre a prática de atividades econômicas.

“É muito bom ter, no dia 27 de dezembro, o Salão Alberto Pasqualini lotado para a sanção de uma lei que, de certa forma, coroa uma agenda de governo, de Estado, que prestigia quem produz, quem empreendo no nosso RS”, iniciou saudando o governador, na cerimônia que contou com a presença do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Lembrando de dois momentos relevantes que sucederam a sanção do PL, Leite citou a assinatura do protocolo de intenções com 12 municípios (de um total de 18) interessados em participar de PPPs (parcerias público-privadas) do saneamento, ocorrida na quinta-feira (26), e nesta sexta-feira, mais cedo, o anúncio do primeiro Pacto Setorial Cooperativo, com o setor coureiro-calçadista, e as mudanças tributárias para esse e mais quatro cadeias da economia gaúcha – de microcervejaria, cereais, fabricação de estruturas metálicas e eletroeletrônicos.

“O RS não aceitará mais perder investimentos, talentos e empreendedores para outros Estados. Por isso, esses dois momentos simbólicos anteriores e, agora, a sanção da Lei de Liberdade Econômica, que vai dispensar ritos burocráticos que consomem energia, tempo e dinheiro de quem empreende, encerram o primeiro ano da nossa gestão, que avançou muito na agenda de redução da máquina pública e de desenvolvimento econômico e ainda vai avançar mais nos próximos três anos, com o apoio da nossa Assembleia Legislativa”, acrescentou o governador.

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