Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 1 de setembro de 2023
Rixa entre Fábio Wajngarten e Frederick Wassef foram captadas em conversas de WhatsApp do tenente-coronel Mauro Cid.
Foto: ReproduçãoEm uma das conversas captadas pela Polícia Federal (PF) nas mensagens de WhatsApp do tenente-coronel Mauro Cid, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação de Jair Bolsonaro Fabio Wajngarten comenta a possibilidade de o Tribunal de Contas da União (TCU) obrigar o ex-presidente a devolver as joias recebidas de presente da Arábia Saudita.
“Por isso era muito melhor a gente se antecipar”, diz Wajngarten. “Mas o gênio do [Marcelo] Câmara e Fred contaminam tudo”, afirma ele em referência ao advogado Frederick Wassef e ao coronel Marcelo Câmara, que naquele momento articulavam o “resgate” de um relógio Rolex de ouro branco e diamantes para devolver ao tribunal. “Burro demais. Contaminado”.
Até onde se sabe, foram essas mensagens que levaram a PF a convocar Wajngarten a depor nesta quinta-feira (31). O ex-ministro da Secretaria de Comunicação utilizou uma petição da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional São Paulo (OAB-SP) para ficar em silêncio, mas em seguida já começou a preparar uma ata notarial com o histórico das mensagens que, segundo ele, vão provar que ele só soube da venda das joias pela imprensa.
O que Wajngarten não diz, mas todo mundo no entorno de Bolsonaro sabe, é que a iniciativa visa blindar o ex-Secom de uma ameaça que Wassef vem fazendo sem cerimônia nos bastidores: de “acabar com Wajngarten”.
“Amigos em comum dos dois vêm relatando que Wassef diz nos bastidores que vai apontar o dedo para Wajngarten”, diz um dos personagens mais próximos do ex-presidente nessa investigação. “Vou me vingar”, teria dito Wassef, de acordo com relatos que chegaram inclusive a Wajngarten. Tudo porque Wassef vem atribuindo as reportagens recentes citando seu nome ao que chama de “vazamentos” e “plantações” do “corno judeu” contra ele.
O defensor do ex-presidente atribui a Wajngarten, por exemplo, a informação publicada pela jornalista Andréia Sadi na última segunda-feira (28), de que aliados de Bolsonaro teriam medo de gravações que Wassef costumava fazer de seus interlocutores.
Frederick também acusa Wajngarten de espalhar no entorno de Bolsonaro o ex-presidente o apelido “Wasséfalo”, em referência às suas últimas iniciativas no caso das joias.
Essa última rixa entre os dois é apenas uma de uma sequência que vem de longe, já produziu momentos tensos e gira em torno da disputa pela atenção e pela preferência do ex-presidente da República.
Já Wajngarten afirma que conheceu Wassef em um jantar de arrecadação de fundos promovido pelo empresário Meyer Nigri, diz que o desafeto é reconhecidamente leal a Bolsonaro e alega que os dois nunca brigaram. Mas, na sequência de mensagens que ele vai entregar à PF em uma ata notarial, deve constar que o ex-Secom bloqueou Wassef em agosto de 2022, ainda na campanha.
Por que ele não diz.
Mas, a interlocutores em comum, o ex-assessor de Bolsonaro afirma que Fred Wassef tem dificuldade de trabalhar em equipe e não cumpre os combinados.
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sorrisos amarelos correm solto. “viva zapata”;
Todos gentes muito boas. Gentes de família. Façam um pix pra eles que estão muito mal. Vão lá…
Gente muito boa em volta, começa aparecer as sacanagens nas comunicações, qual será o próximo capítulo eu sei vivo essa série por anos e agora volta de novo
kkkk olha o nível desta gente. Falavam em Deus, cidadão de bem e cheios da razão e só picaretagem. Pessoal n tem bandeirinhas nas ruas indignados? kkkkk
Começou a implosão da quadrilha do bozo