Segunda-feira, 23 de Novembro de 2020

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Política Roberto Jefferson é alvo de operação da Polícia Federal contra fake news e ofensas ao Supremo

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O ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, delatou o mensalão do PT

Foto: Reprodução
O ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, é um dos alvos da operação. (Foto: Reprodução)

O ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, foi um dos alvos da operação da PF (Polícia Federal), nesta quarta-feira (27), referente à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que apura ameaças a ministros.

As ordens judiciais da operação foram cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

Outros alvos

Também foram alvo da operação nesta quarta o empresário Luciano Hang, dono da rede Havan e apoiador do presidente Jair Bolsonaro, o jornalista Allan dos Santos, do site Terça Livre, e os políticos Sara Winter (DEM) e Douglas Garcia (PSL-SP). Garcia disse “repudiar a ação e atitude” do ministro Alexandre de Moraes, que comanda o inquérito no STF.

Já no Twitter, ele chamou de perseguição a operação. “Polícia Federal no meu gabinete: a perseguição do inquérito inconstitucional 4.781 estabelecido pela ditatoga com o intuito de criminalizar a liberdade de expressão e a atividade parlamentar”, escreveu na rede social.

“A Polícia Federal está neste momento no gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL) para apreender computadores, suspeitos de terem sido utilizados para disparar informações falsas [fake news], durante o horário de expediente, por funcionários públicos, com dinheiro público. Dentro de um ano e meio de mandato, essa é a segunda vez que a PF aprende máquinas do gabinete desse deputado para investigar essa relação com o disparo de fake news”, afirmou o PSL, em nota.

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