Segunda-feira, 05 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
16°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Eleições 2026 Rui Costa e Jaques Wagner são eleitos senadores pela Bahia

Compartilhe esta notícia:

Dobradinha governista consolida estratégia de voto casado com Lula e Jerônimo. (Foto: Reprodução)

O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner, ambos do PT, foram eleitos nesse domingo (4) para as duas cadeiras em disputa para o Senado pela Bahia. Foi o único estado em que dois petistas foram eleitos para o cargo nesta eleição. Costa obteve 30,04% dos votos e Wagner, 27,62%.

Os novos senadores assumirão seus mandatos com duração de oito anos, com início em 1º de fevereiro de 2027 e término em 31 de janeiro de 2035, sucedendo os atuais representantes da bancada baiano no Senado.

Após a reeleição, Jaques Wagner agradeceu aos eleitores e afirmou, em publicação nas redes sociais, que pretende trabalhar para que a Bahia “siga em frente e de mãos dadas com o Brasil”. Também celebrou a recondução de Jerônimo Rodrigues ao governo do estado.

O resultado deste domingo também fortalece Rui Costa, que sai das urnas como o senador mais votado, com mais de 4 milhões de votos, a despeito de fazer parte de uma ala minoritária do PT baiano.

Na campanha, Rui Costa e Jaques Wagner foram apresentados como “os senadores de Lula”, em uma estratégia que mirou o voto casado nos dois candidatos da chapa, ambos ex-governadores da Bahia. Na propaganda eleitoral os adversários eram chamados de candidatos “anti-Lula”.

No campo da oposição, os dois candidatos ao Senado da chapa liderada por ACM Neto, disseram apoiar Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência, mas não levaram o aliado para a campanha eleitoral.

No horário eleitoral, João Roma evitou a polarização nacional, apresentou-se como “o senador de Neto” e disse que, caso eleito, não seria o representante apenas de um partido político no Congresso. Destacou seu trabalho como ministro da Cidadania, mas sem dizer que ocupou o cargo na gestão Jair Bolsonaro (PL).

Angelo Coronel, por sua vez, apostou em um perfil municipalista, destacando o repasse de recursos de emendas mediada por seu mandato para as prefeituras dos 417 municípios baianos.

O senador era aliado do PT, mas aproximou-se de Jair Bolsonaro ao longo dos quatro primeiros anos do mandato. Em janeiro, ele deixou o PSD e rompeu com o governador em meio às articulações para formação de uma chapa pura com Rui Costa e Jaques Wagner.

Uma parcela do PT tinha restrições a Coronel, lembrando que ele não se empenhou na campanha de Jerônimo em 2022 e se ausentou em votações importantes, como a do PL da Dosimetria.

Nos últimos meses, ele sinalizou apoio a propostas de impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Eleições 2026

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Mato Grosso elege Mauro Mendes e Zé Medeiros ao Senado
Amapá: Rayssa Furlan e Lucas Barreto são eleitos ao Senado
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x