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Mundo Rússia afirma ter interceptado 155 drones ucranianos

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Milhares de soldados russos estão cercados pelo exército ucraniano em importante centro ferroviário no leste da Ucrânia. (Foto: Reprodução)

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou, nessa sexta-feira (11), que seus sistemas de defesa aérea interceptaram e destruíram 155 drones ucranianos do tipo asa fixa entre a noite de quinta-feira (10) e a manhã dessa sexta.

De acordo com o comunicado oficial, divulgado no canal da pasta no Telegram, os abates ocorreram entre 23h de quinta-feira (horário local) e 7h da manhã dessa sexta. A maioria das aeronaves não tripuladas teria sido abatida sobre a região de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia.

“Os sistemas de defesa aérea em serviço interceptaram e destruíram 155 drones ucranianos do tipo asa fixa”, informou o ministério.

Ainda não havia informações sobre danos materiais, vítimas ou os locais exatos de todas as interceptações. O governo da Ucrânia não se pronunciou sobre as alegações.

Defesa aérea

Em outra frente, o presidente americano, Donald Trump, afirmou nessa sexta-feira que os Estados Unidos enviarão sistemas de defesa aérea Patriot para a Ucrânia por meio da Aliança do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que ficará encarregada de distribuir e pagar pelas armas. O anúncio ocorre após o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ter mantido um “diálogo positivo” com Trump para garantir que os equipamentos cheguem a tempo. O líder ucraniano disse que solicitou 10 Patriots, considerados armamentos de ponta na interceptação de mísseis.

“Estamos enviando armas para a Otan, e a Otan está pagando por essas armas, 100%”, disse Trump em uma entrevista à NBC News. “Então, o que estamos fazendo é: as armas que estão sendo enviadas vão para a Otan e então a Otan vai entregá-las.”

Horas antes do anúncio, Zelensky disse que tanto a Alemanha quanto a Noruega estavam preparadas para comprar Patriots para o esforço de guerra se Trump aprovasse.

Zelensky se reuniu na quinta-feira com Friedrich Merz, o chanceler alemão, e discutiu a ajuda adicional em armas alemãs à Ucrânia.

“Estamos prontos para comprar sistemas Patriot adicionais dos EUA para disponibilizá-los à Ucrânia”, disse Merz a repórteres após a cúpula.

A Ucrânia, que não pagará pelas armas, também apoiou a proposta.

“Sob [Joe] Biden, não recebemos tanto quanto precisávamos, mas as armas estavam chegando”, disse Roman Kostenko, secretário do Comitê de Defesa e Inteligência do Parlamento da Ucrânia, em uma entrevista. “Agora, Trump não está disposto a dar nada de graça. Precisamos engajar a Europa. E queremos que os Estados Unidos pelo menos vendam armas.”

A Otan coordena doações de armas para a Ucrânia, mas não compra nem fornece armas diretamente. Isso é feito pelos 32 países-membros da aliança e outros parceiros em todo o mundo.

“Acabei de falar com o presidente Trump e agora estou trabalhando em estreita colaboração com os aliados para levar à Ucrânia a ajuda de que ela precisa”, disse Mark Rutte, secretário-geral da Otan, nas redes sociais na quinta-feira. Ele chamou o recente aumento nos ataques aéreos russos de “deplorável”. As informações são da agência de notícias AFP e do jornal O Globo.

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