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Mundo Rússia emite passaportes a moradores de regiões ocupadas na Ucrânia

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Residentes em Kherson e Melitopol ganham o documento

Foto: Reprodução
Nas últimas semanas, o exército ucraniano, apoiado por potências ocidentais que enviam artilharia de longo alcance, vem recuperando terreno na região. (Foto: Reprodução)

A Rússia vem emitindo passaportes para residentes de cidades controladas pelo país no sul e sudeste da Ucrânia. Os passaportes foram distribuídos para moradores de Kherson, cidade central na região de mesmo nome no sul ucraniano, e de Melitopol, na região de Zaporizhzhia, no sudeste do país. Forças russas detêm o controle efetivo das duas cidades.

A agência estatal de notícias da Rússia informou que 23 cidadãos de Kherson, que solicitaram passaportes russos, já receberam o documento. O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto, em maio, para simplificar os procedimentos de obtenção de passaportes.

Trata-se da primeira vez que houve emissão de passaportes russos para ucranianos com base no decreto.

Violação de soberania

O governo ucraniano reagiu rispidamente contra a atitude da Rússia, afirmando se tratar de uma “flagrante violação da soberania e da integridade territorial da Ucrânia”. A imprensa ucraniana informou que muitos cidadãos do país foram forçados a solicitar passaportes depois de serem levados para a Rússia, ou forçados a abandonar suas residências depois da invasão russa na Ucrânia.

O vice-presidente da assembleia regional de Kherson também protestou, via redes sociais, mencionando que moradores locais recusam qualquer oferta de passaportes ou cidadania da Rússia, e que eles vão provar que é impossível a reconstrução do império russo.

O governo de Putin vem promovendo a política de conceder passaportes russos e cidadania para residentes ucranianos das áreas ocupadas por tropas russas nas regiões de Donetsk e Luhansk no leste da Ucrânia.

O lado ucraniano vem intensificando o alerta com o receio de que a Rússia poderia acelerar suas tentativas de reforçar a ocupação e controle de territórios ucranianos, mudando o status quo destes locais.

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