Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 23 de fevereiro de 2023
Em visita ao assentamento Copaul, em Hulha Negra, nessa quinta-feira (23), o governador Eduardo Leite e uma comitiva formada por secretários de Estado participaram de ato de anúncio de medidas da União para enfrentamento à estiagem no Rio Grande do Sul.
Na solenidade, a comitiva do governo federal, formada por três ministros, confirmou o repasse de R$ 430 milhões, sendo cerca de R$ 300 milhões em financiamentos, para ações emergenciais nas áreas de agricultura, desenvolvimento social e defesa civil. As medidas se somam a uma série de anúncios feitos pelo governo do Estado na última semana em socorro aos produtores.
“Recebo com muita alegria, não apenas a visita, mas os anúncios que o governo federal está fazendo. Na semana passada, encaminhamos o expediente com demandas que nós tínhamos, organizamos uma parte do nosso time, nossos secretários estão aqui e agora começamos a ver os resultados. Muitas ações serão desenvolvidas em conjunto, e esse ambiente de diálogo eu saúdo”, afirmou o governador.
Leite já havia anunciado um plano permanente e transversal de mitigação dos efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul. As ações de curto, médio e longo prazo foram organizadas em uma estratégia que inclui medidas emergenciais de apoio e assistência aos produtores, ações estruturantes e um sistema de monitoramento.
Dentre as ações divulgadas estão a anistia de 100% da dívida do programa Troca-Troca de Sementes para agricultores familiares dos municípios em situação de emergência, a criação de um sistema online de monitoramento da estiagem e construção de cisternas, entre outras.
Nos próximos dias, o governador solicitará audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o tema da estiagem e mais medidas que possam ser adotadas em conjunto pelos governos federal e estadual.
Também participaram do ato desta quinta-feira o chefe da Casa Civil, Artur Lemos, o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, e os secretários Giovani Feltes, da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Ronaldo Santini, de Desenvolvimento Rural, Tânia Moreira, de Comunicação, Marjorie Kauffmann, do Meio Ambiente e Infraestrutura, e o chefe de Gabinete do Governador, Euclides Neto.
Voltar Todas de Rio Grande do Sul
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
SUOR DO CAMPO ONDE OS GRANDES SEMPRE FAZEM EMPRÉSTIMOS PARA COMPRAR MÁQUINARIOS DE MILHÕES, ONDE SEMPRE VAI TER UM SENADOR HAINZE, PARA FAZER UM PROJETO PARA ANISTIAR A DÍVIDA
Foi uma palhaçada, três ministros usarem jato da FAB para vir anunciar migalhas e quase toda emprestada, pois dos 430 milhoes, somente 130 serão socorro dadao aos produtores, o restante deverá ser pago com o suor do campo. Triste e lamentável.
Vieram resolver o problema? Ou fazer militância política com o MST?
ESTADISTA LULA e equipe interessados em resolver problemas crônicos. Parabéns ESTADISTA LULA.
MST é um MOVIMENTO POPULAR que busca a distribuição de terras para quem precisa e sabe nela trabalhar. A direita do mor mito, tenta de todas as formas criminalizar esse movimento. Mas o povo sabe, que o alimento SAUDÁVEL que tem na mesa é de procedência dos pequenos agricultores. O Grande agronegócio serve aos latifundiários que exportam todos o alimento que produzem para resolver a fome de outros povos. E não nos esqueçamos, que não existe cobrança de impostos nessas exportações. Acentamentos feitos no passado, prosuzem alimentos ORGÂNICOS DE ALTA QUALIDADE, ENQUANTO OS LATIFUNDIÁRIOS produzem alimentos TRANGÊNICOS e infestados de… Leia mais »