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| Saiba quais são as quatro tecnologias incríveis da Nasa que poderemos ver nas próximas décadas

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De colônias em Marte até “carona” em cometas, Nasa investe em tecnologias para descobrir o que existe além da Terra. (Foto: Reprodução)

Você sabe que o espaço sideral é infinito e complexo. Não se trata somente de um sistema com apenas planetas girando ao redor do Sol e nem apenas de uma galáxia com alguns corpos celestes. Há muito mais em volta de tudo isso, e o Planeta Terra não é o centro do Universo.

Mas ao mesmo tempo em que sabemos tão pouco, também queremos saber muito mais. Não é à toa que a Nasa (agência espacial americana) investe tanto dinheiro em tecnologias que nos permitam ir além da Terra e que nos tragam respostas a respeito do que existe lá fora. Veja quatro dos grandes projetos da Nasa que poderemos conferir no espaço sideral nas próximas décadas.

Exploração de Marte.
Por muito tempo, imaginar que algum outro planeta poderia ser explorado pelos humanos era algo bem difícil. Agora, a Nasa apresenta planos para fazer isso em um período de 20 anos. É bem possível que no ano de 2036 já possamos ver a ação do homem no Planeta Vermelho – com colônias de plantações e várias outras atividades.

De acordo com os planos da agência dos Estados Unidos, em breve será possível criar colônias com 100 quilômetros de diâmetro em Marte. Lá, prevê-se que sejam construídos módulos de habitação, prédios científicos, sítios de exploração de minérios e usinas de produção energética.

Gerador solar espacial.
O projeto SPS-Alpha pretende construir um sistema de energia solar para a órbita terrestre. Trata-se de um mecanismo que utiliza milhares de pequenos espelhos para fazer com que a luz do Sol seja direcionada a um local de captura central.

Depois disso, a energia é armazenada e transformada em micro-ondas, que podem ser enviadas para a Terra ou para outros locais ao redor do espaço. A previsão é de que o SPS-Alpha possa gerar milhares de megawatts com rapidez e segurança.

Trem espacial.
Se você tiver 20 bilhões de dólares, pode ser o único investidor do projeto Stratram. Ele prevê a utilização de trilhos e propulsores magnéticos para fazer o lançamento de cargas no espaço – podendo fazer com que grandes quantidades de materiais viagem a velocidades próximas aos 600 quilômetros por hora. Caso esse projeto consiga ser colocado em prática, é previsto que o custo de envio de cargas ao espaço possa cair muito.

De 11 mil dólares por quilograma, os envios seriam diminuídos para apenas 40 dólares por quilograma. O grande desafio está em criar tubos de vácuo capazes de levar essas cargas até alturas em que a propulsão seja segura: 12 quilômetros acima do nível do mar.

Mochileiro de cometas.
A ideia de pousar em corpos como cometas só começou a ser aceita algumas décadas atrás, pois suas estruturas irregulares e o campo gravitacional deles dificultam bastante os cálculos dos cientistas. Mas há grandes chances de que isso mude em um futuro não tão distante.

Isso porque uma tecnologia chamada Comet Hitchhiker promete levar arpões para o espaço. Junto a estruturas similares a satélites, esse Hitchhiker pode se prender a cometas e asteroides para fazer a captura de rochas ou mesmo para desviar a rota deles no espaço – e evitar colisões com a Terra.

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