Segunda-feira, 10 de Maio de 2021

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Cláudio Humberto Salários e penduricalhos nos custam R$ 1 trilhão

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(Foto: Divulgação)

O funcionalismo público brasileiro custou R$928 bilhões em 2019, o que representa mais de 13,7% de tudo produzido pela economia do País, de acordo com estudo do Instituto Millenium/ODX, e em 2020 ultrapassou a marca de R$1 trilhão. Apesar de a Constituição limitar os salários aos de ministros do Supremo Tribunal Federal (R$39,2 mil), os penduricalhos aumentam os valores pagos, segundo revelou o ministro Wagner Rosário (Transparência) à Rádio Bandeirantes, após cruzamento de dados.

Fim dos marajás

Rosário disse que tem sido revelador o cruzamento de dados, feito pela CGU, atestando acúmulo indevido nos vencimentos de servidores.

Exemplo prático

Há casos, por exemplo, de casal aposentado em quatro repartições, cujos filhos acumulam quatro pensões, que somadas, extrapolam o teto.

Exército de 9,7 milhões

O funcionalismo público totaliza 9,7 milhões de empregos, o que representa 21% dos 46 milhões de postos formais existentes em 2019.

Municípios pesam

O funcionalismo público municipal é 5,7 vezes maior do que o federal e 1,7 vez maior do que o estadual, diz o Instituto Millenium/ODX.

Bancada do atraso ameaça motoristas de aplicativo

A bancada do atraso, no Congresso, volta à carga desta vez com um projeto que, aprovado, inviabilizaria no Brasil o serviço de aplicativos de transporte do tipo 99Táxi, Uber ou Cabify. O projeto quer “garantir direitos trabalhistas” a motoristas de aplicativo, mesmo que isso custe o fim dessa atividade econômica. Aplicativos apenas ligam pessoas que precisam do transporte a motoristas dispostos a oferecê-lo, assegurando ao cliente a avaliação e controle de qualidade do serviço prestado.

À procura de encosto

A tentativa do “vínculo empregatício” é velha pretensão de motoristas que, muito mal avaliados pelos clientes, foram excluídos dos aplicativos.

Virou ganha pão

Quase 700 mil brasileiros saíram do desemprego ou ampliaram a renda, de 2012 a 2019, virando empreendedores como motoristas de aplicativo.

Atraso como exemplo

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) justifica seu projeto citando casos de alguns países que ameaçam ou estabeleceram idêntico retrocesso.

Pinóquio barbudo

Na entrevista à BandNews TV, Lula mentiu até quando disse que se uniu a George W. Bush para criar o G-20 de países. O G-20 foi criado em 1999, bem antes da sua eleição e da chegada de Bush ao poder.

É o que não falta

Lula mentiu também ao afirmar que foi “condenado sem provas”. A força-tarefa da Lava Jato contabilizou um total de 3 mil provas e indícios dos crimes pelos quais foi condenado à prisão.

E você trabalhando

Esta sexta-feira foi Santa, mas no Congresso, que paga alguns dos salários mais altos salários do serviço público, o feriado começou na noite de quarta (31). O feriadão no Congresso tem a “quinta-feira santa”.

Criadores de dificuldades

Quem ficar impossibilitado de trabalhar pela covid pode pedir o auxílio-doença no INSS. Precisa levar “apenas” o RG, CPF, comprovante de residência, carteira de trabalho, carnês e guias de pagamento da Previdência Social, além do laudo médico comprovando a incapacidade.

Hablam bobagem

Meia dúzia de membros da “comunidade brasileira” na Espanha criticam o combate à covid o Brasil, à distância. Se fosse do tamanho do Brasil, a Espanha teria números maiores: 15 milhões de casos e 343 mil mortes.

Na carteira

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) propôs lei para que a Carteira Nacional de Habilitação contenha o tipo sanguíneo e o RH do motorista, para facilitar o atendimento médico das vítimas de acidentes.

Tocador de obras

O ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura) evita os holofotes, mas toca obras. Conclui a pavimentação da BR-163, de Sinop (MT) a Miritituba (PA), para o leilão que vai render R$2,7 bilhões aos cofres públicos.

Melhora gradual

As vendas através de drive-thru dobraram nos shoppings de Brasília, segundo levantamento da empresa PauloOctavio. A aposta é que as vendas na Páscoa contribuam ainda mais para o resultado positivo.

Pensando bem…

…em terra de cego, quem tem vacina é rei.

PODER SEM PUDOR

Bom de conversa

Muito querido entre políticos e jornalistas, o ex-embaixador José Aparecido de Oliveira jamais se negava a uma boa conversa, mas, de vez em quando, era traído pela memória. Certa vez, ele recebeu assim um grupo de repórteres: “Mas que enorme prazer. Há quanto tempo não nos vemos!” Um deles lembrou: “Nós conversamos em Brasília, na semana passada”. O hábil Aparecido corrigiu imediatamente: “Mas para mim é muito tempo! É uma prova de que gosto mais de vocês do que vocês de mim!”

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