Ainda segundo ele, muitas dessas pessoas que estão na fila acabam internadas com respirador mesmo sem estar em uma ala de Unidade de Terapia Intensiva.
“Eles estão assistidos de alguma forma, porque os grandes hospitais costumam ter muito mais equipamentos, respiradores, do que propriamente aqueles que existem dentro da UTI. Os profissionais acabam assistindo os pacientes fora do ambiente de UTI, seja na própria emergência hospitalar, onde permanecem um, dois, três dias, intubados alguns, em leitos clínicos, em enfermarias, e até mesmo, em algumas situações, aguardando nas unidades de pronto atendimento 24 horas para serem removidos aos hospitais”, relatou o superintendente.
Anda segundo Tartari, os pacientes internados neste momento são mais jovens do que costumavam ser no começo da pandemia.
Para ele, isso mostra que outras variantes do coronavírus estão circulando no estado. “Compreende-se hoje que estamos diante da circulação intensa de novas variantes do coronavírus no estado de Santa Catarina, que são variantes com maior poder de transmissibilidade”, disse.
Até essa sexta, cinco casos de variante foram confirmadas no território catarinense, todas da cepa brasileira, com origem em Manaus (AM).
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