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Brasil Sargento é condenado a mais de 14 anos por levar cocaína em avião da FAB

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O segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, preso em Sevilla, na Espanha, por transportar cocaína.

Foto: Reprodução
A Justiça espanhola não atendeu aos pedidos de Silva Rodrigues. (Foto: Reprodução)

A 11ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), em Brasília, condenou o sargento da aeronáutica Manoel Silva Rodrigues a 14 anos e seis meses de prisão por tráfico internacional de drogas em uma das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) que integrava a comitiva do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Japão para o encontro do G20, em junho de 2019. Por unanimidade, os integrantes do Conselho Permanente de Justiça para a Aeronáutica reconheceram que o oficial utilizou a estrutura da corporação para exportar dezenas de quilos de drogas.

O militar cumpre prisão preventiva há mais de dois anos na Espanha, onde foi preso em flagrante com 37 quilos de cocaína na conexão do voo em Sevilha. O réu acompanhou remotamente o julgamento nesta terça-feira (15), mas não pôde se manifestar porque encerrou a fase de prestação de depoimentos.

Como o sargento já possui condenação de 6 anos e 1 dia pela Justiça espanhola, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) precisará homologar a decisão internacional para que ele termine de cumprir a pena na Europa e seja extraditado ao Brasil para o cumprimento da nova decisão.

Além de fixar a punição, a Justiça Militar também decidiu que caberá ao juízo de execução definir se haverá detração da pena – ou seja, se será descontado o tempo de reclusão na Espanha quando o sargento estiver preso no Brasil. Durante o julgamento, o promotor Ednilson Pires, do Ministério Público Militar (MPM), disse que o militar feriu a finalidade, o prestígio e a moral da Aeronáutica ao utilizar a estrutura da instituição para cometer crimes transnacionais.

“Trata-se de um fato gravíssimo que envolve a prática de um crime transnacional. Transcende a área do nosso país e atinge outro país. É incomum, embora haja notícia de outro evento, como aconteceu em 2015, em aeronave da FAB, mas o fato que aconteceu é gravíssimo pelo modus operandi e pela audácia do acusado”, defendeu a promotoria.

O relator do caso e presidente do Conselho, Frederico Magno de Melo Veras, guiou o entendimento que levou à condenação do sargento com base no Código Penal Civil (CPC), em vez do Código Penal Militar (CPM). A legislação militar sobre o tema sofre restrições por causa de uma súmula aprovada pelo Superior Tribunal Militar (STM), em 2014, que definiu que a Lei de Drogas não se aplica à Justiça Militar.

Ao apresentar seu voto, porém, o juiz sustentou que “não existe nenhuma decisão do STM que tenha servido de base para a súmula e que trata especificamente de tráfico internacional de drogas”, como era o caso em apreciação. “Não se pode reconhecer como mula agente que transporta 37 quilos de droga”, afirmou.

Para Veras, existiu crime militar e ficou “evidente que a droga foi levada do Brasil e entregue lá (Espanha)”, o que caracteriza tráfico internacional. Durante o julgamento, o juiz considerou ainda que o réu poderia sofrer mais um agravante, além dos apresentados pelo MPM, por ter transportado a droga em lugar sujeito à jurisdição militar, mas o argumento não foi considerado por não ter sido apresentado pela promotoria.

O promotor do caso pediu o aumento da pena alegando ser evidente a transnacionalidade do crime e o fato de o agente ter praticado o delito prevalecendo de função pública. O juiz considerou somente um dos pedidos no momento de fixação da pena.

Apesar da condenação, o sargento permanece filiado como oficial da Aeronáutica. A expulsão depende de uma condenação definitiva transitada em julgado, que só deve ocorrer caso a defesa não apresente recurso, ou o pedido seja julgado pelo STM.

Desde a prisão do sargento, a Polícia Federal abriu cinco fases da Operação Quinta Coluna para investigar se outros militares foram cooptados por um esquema de tráfico internacional de drogas.

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Luiz Carlos Rozzo Bidio Rosa
16 de fevereiro de 2022 09:35

kkkkkkk

Jorge Souza
15 de fevereiro de 2022 19:52

Kkkkkk

Josias Teodoro
15 de fevereiro de 2022 16:18

Esse sargento é filiado ao PT.

Vanderlei Ochoa
15 de fevereiro de 2022 19:54

Tudo mentira…militar e patriota e hernesto!!!!

Fernando Krause
15 de fevereiro de 2022 21:07

Ele traficava desde o governo Dilma, inclusive acompanhou ela e o Temer em viagens oficiais. Foi pego no governo Bolsonaro.

Rogerio Jacobsen
16 de fevereiro de 2022 01:50

incrivel…qualquer militar que for pego no tráfico de drogas perde a função, até antes do julgamento…este continua milico…..vai ver que o PT está protegendo o coitadinho…..se liga bolsominions.

Josias Teodoro
16 de fevereiro de 2022 16:23

Chora mais que dói menos!

Vanderlei Ochoa
16 de fevereiro de 2022 11:46

Como a PAMPA não BLOQUEIA ESSE DESBOCADO??? É porque é apoiador do mito, certamente.

Josias Teodoro
16 de fevereiro de 2022 06:03

Lula é um filho da puta, ladrão, cachaceiro, escória, corno da Marisa, ele prostituía ela para todos membros do PT, maconheiro, por décadas roubou dinheiro do povo brasileiro, roubou dinheiro de todos os setores, lavador de dinheiro roubado do povo, quebrou a Petrobrás, roubou merenda escolar, robou oxigenio hospitalar, colocou os seus comparsas em altos cargos no governo para lhe ajudar a roubar mais, é o chefe do mensalão, chefe do petrolão, manteve a região nordeste na pobreza, sem água, sem educação, sem saúde e sem saneamento básico em troca de vantagens eleitoreiras, fazendo o pobre povo trocar voto por… Leia mais »

Luiz Carlos Rozzo Bidio Rosa
16 de fevereiro de 2022 09:39

General Eleno Não Explicou
De Quen Era a Cocaina
No Avião da Comitiva do Presidente
Jair Messias Bolsonar?
General Eleno/
Estava no Vou?

Vanderlei Ochoa
16 de fevereiro de 2022 11:45

Sobrou para o cara que serve o cafézinho…só no Brasil mesmo….

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