Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 7 de maio de 2016
As compensações para o reajuste de 5% da tabela do IR (Imposto de Renda) – oficializado na sexta-feira pelo governo Dilma Rousseff – devem ser revistas pela equipe de Michel Temer, caso ele assuma a Presidência. Assessores do vice não concordam com a ideia de elevar o imposto cobrado de empresas que pagam pelo sistema de lucro presumido. A equipe de Temer tem dúvidas ainda sobre a eficácia de taxar doações e heranças.
As mudanças propostas por Dilma estão em um projeto de lei que precisa ser aprovado pelo Congresso para vigorar em 2017. A correção do IR foi prometida pela presidenta no dia 1 de maio. A Receita Federal estima uma perda de 5,2 bilhões de reais no próximo ano com a correção, que elevará o limite de isenção de 1.903,98 reais para 1.999,18 reais. Para compensar a medida, o projeto prevê a cobrança de 15% de IR sobre lucros e dividendos de empresas que recolhem tributos pelas regras do lucro presumido e do Simples. (Folhapress)
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