Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Partly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Secretária do governo dos Estados Unidos visita o Brasil para discutir a crise na Venezuela

Compartilhe esta notícia:

Kimberly Breier vem aprofundar a cooperação EUA-Brasil em apoio à democracia no Hemisfério Ocidental. (Foto: Reprodução)

A secretária-adjunta de Estado para Assuntos do Hemisfério Ocidental, Kimberly Breier, visita o Brasil nesta semana para uma série de reuniões com autoridades brasileiras a fim de aprofundar a cooperação EUA-Brasil em apoio à democracia no Hemisfério Ocidental, especialmente na Venezuela, e para tratar da prosperidade econômica compartilhada e da segurança na região.

Segundo comunicado da Secretaria de Estado dos EUA, Kimberly Breier terá encontros em Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Ela se reunirá com altos funcionários do governo, incluindo o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o secretário para Assuntos Internacionais e Comércio, Marcos Troyjo, o assessor de assuntos internacionais da Presidência, Filipe Martins, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro.

A secretária também se reunirá com líderes empresariais, estudantes e membros da sociedade civil, além de representantes do ACNUR, embaixadores dos países do Grupo Lima e imigrantes venezuelanos.

No giro pela América do Sul, Kimberly viajará ao Paraguai no dia primeiro de março. Ela se encontrará com o presidente daquele país, Mario Abdo Benitez, e outras autoridades locais.

Eles discutirão questões bilaterais e regionais, incluindo cooperação em segurança, apoio à Venezuela, prosperidade econômica e nosso compromisso comum com a democracia. Ela também se envolverá com líderes da sociedade civil, incluindo ativistas anticorrupção.

Autoproclamado

A Administração norte-americana avisou antecipadamente ao Governo espanhol que o líder da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, pretendia se proclamar presidente interino do seu país, e depois pressionou para que a Espanha e a UE (União Europeia) o reconhecessem e rompessem qualquer canal de diálogo com Nicolás Maduro. “Enfrentamos muita pressão, não vou lhes dizer de quem, mas podem imaginar, para que votemos contra a criação desse grupo”, admitiu o ministro espanhol de Relações Exteriores, Josep Borrell, no Parlamento. Referia-se ao grupo da UE que busca mediar um diálogo na Venezuela.

A concretização chegou no começo da tarde do dia 23 de janeiro, através de um telefonema da Embaixada norte-americana em Madri: “É provável que Guaidó se proclame presidente hoje, e nós vamos reconhecê-lo”. Em um artigo publicado no mesmo dia no Wall Street Journal, o vice-presidente Mike Pence tinha manifestado seu apoio a Guaidó, com quem se reunira na semana anterior. O vaticínio se cumpriu poucas horas depois. Menos de 15 minutos depois, Donald Trump o reconhecia oficialmente.

Borrell foi surpreendido pela notícia quando estava reunido em Madri com seu homólogo português, Augusto Santos Silva. Os dois ministros tinham discutido a implantação do chamado grupo de contato internacional, que a UE decidiu criar em outubro e não chegou a entrar em funcionamento. A ideia era que vários países europeus e latino-americanos servissem como facilitadores, mas não mediadores, para restaurar os interrompidos canais de diálogo entre o regime de Maduro e a oposição.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Em discurso, Maduro afirmou que os opositores que tentam entrar com ajuda humanitária na Venezuela são traidores
Plataforma Marítima de Atlântida está na fase final das adequações exigidas pelo Corpo de Bombeiros
Pode te interessar