Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 24 de maio de 2025
A atividade segue o que determina o Plano Nacional de Contingência de Influenza Aviária
Foto: Seapi/DivulgaçãoA terceira visita nas 19 propriedades rurais que ficam dentro do raio de três quilômetros do foco de gripe aviária em Montenegro, no Vale do Rio Caí, foi concluída na sexta-feira (23) pela Seapi (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação).
Neste sábado (24), o DDA (Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal) da Seapi começou o segundo ciclo de visitas nas propriedades no raio de até dez quilômetros do foco da doença, que compreende 255 locais.
“A atividade segue o que determina o Plano Nacional de Contingência de Influenza Aviária, conhecida como gripe aviária, que determina a revisita das propriedades no raio de três quilômetros a cada três dias e a cada sete dias a visita nas propriedades no raio de dez quilômetros do foco”, afirmou a diretora do DDA, Rosane Collares.
Além disso, desde sexta-feira, as ações de vigilância passaram a contar com apenas quatro barreiras sanitárias, com funcionamento 24 horas por dia. Até o momento, já foram abordados e desinfetados cerca de 3,4 mil veículos . As atividades de educação sanitária também prosseguem nos municípios da região.
Sobre a gripe aviária
A influenza aviária, ou gripe aviária, é uma doença viral que afeta principalmente aves, mas também pode infectar mamíferos, inclusive o ser humano. A transmissão acontece pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados.
O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul reforçou que o consumo de carne de aves e ovos armazenados em casa ou em pontos de venda é seguro, já que a doença não é transmitida dessa forma.
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