Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 27 de setembro de 2026
Otávio, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vini Júnior. Foi este time que o técnico Carlo Ancelotti botou em campo nesse domingo (27) durante o primeiro treino para o segundo amistoso com a Austrália. A partida está marcada para terça-feira (29) no país do adversário.
Como prometido, o comandante italiano da Canarinho promoveu sete mudanças em relação ao primeiro duelo (empate de 1 a 1, com gol brasileiro aos 49 minutos da etapa complementar), na sexta-feira. Ele também experimentou outra configuração tática, o 4-3-3.
Dos titulares na última partida, devem começar a partida apenas a dupla de volantes Bruno Guimarães e Danilo, além do atacante Vini Júnior. O camisa 10, aliás, teve sua posição alterada para a de centroavante, em vez da ponta-esquerda.
Uma das principais dúvidas está no gol. Habitualmente, Ancelotti faz um rodízio na posição. Otávio começou a atividade, mas na sessão preparatória também constaram entre os titulares Morisco e Hugo – titular no primeiro confronto, do qual saiu questionado por suposta falha no gol australiano, em cobrança de falta.
Carlo Ancelotti quer aproveitar o bom momento de Raphinha no Barcelona, onde soma 14 gols em oito partidas desde que passou a jogar no comando de ataque. Na reta final da atividade, a comissão observou mudanças do meio para frente com Andrey Santos, Bidon e Martinelli; Lino, Endrick e Estevão.
O Brasil tem mais um treino, nesta segunda-feira, antes da definição da equipe. Brasil e Austrália voltam a se enfrentar nesta terça-feira, às 7h10 (de Brasília), em Brisbane. Já no próximo sábado (3), a Seleção encara a Índia, em Calcutá, no encerramento da Super Data Fifa.
“Paciência”
Na coletiva de imprensa que concedeu após o empate da Seleção Brasileira em 1 a 1 com a Austrália, sexta-feira (25), o técnico Carlo Ancelotti minimizou o resultado e valorizou os testes com a renovação de equipe para a retomada dos trabalhos pós-desclassificação na Copa do Mundo de 2026. Ele também sinalizou que há um árduo trabalho pela frente: “O torcedor precisa ter paciência”.
Ele refutou a ideia de que a estreia de nomes como Jair Cunha, Matheuzinho, Mauro Júnior e Vitor Reis signifique o início de um ciclo. Para o treinador italiano, trata-se da continuação de um trabalho iniciado ao assumir o cargo, em 26 de maio do ano passado:
“Não é um sabor de derrota, até porque foi um empate. Acho que a equipe podia ganhar, tivemos oportunidades. Era difícil jogar nesse campo [o estário Queensland Country Bank, na cidade australiana de Townsville] e o time reagiu [no último minuto do segundo tempo] após levar o gol, então foi um empate merecido. São testes para dar oportunidades aos atletas que jogam menos e seguir em frente. O próximo duelo também será um teste”.
Ancelotti prosseguiu: “Não foi nem positivo nem negativo. Houve algumas coisas boas, tivemos oportunidades de abrir o placar, faltou um pouco de acerto no ultimo terço, mas equipe lutou até o final, não queria perder e não perdeu. A prioridade agora é dar minutos a jogadores de potencial como Endrick e Estevão (…). Quando tivermos competições oficiais, a equipe estará preparada”.
O Brasil voltará a campo nesta terça-feira (29), novamente contra os anfitriões. Já no sábado (3) será a vez de enfrentar a Seleção da Índia no Estádio Salt Lake de Calcutá, no país do adversário. encerrando assim a participação na “Data Fifa”. Para o dia 14 de novembro (sábado) está marcado mais um amistoso, fora de casa, com o Japão. (com informações do portal G1)
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