Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Flavio Pereira | 22 de janeiro de 2022
Liderança politica fortemente vinculada ao agronegócio, o senador gaúcho Luís Carlos Heinze, que tem realizado gestões junto ao Governo Federal e ao próprio presidente Jair Bolsonaro na busca de medidas urgentes, faz um relato dramático sobre a extensão dos danos causados pela estiagem no Rio Grande do Sul.
Segundo o senador “é impactante e triste o que está acontecendo nos campos do Rio Grande do Sul. Chega a 325 o número de municípios que já decretaram situação de emergência devido a estiagem. As queimadas estão tomando conta da paisagem. Bombeiros, voluntários e produtores rurais não estão dando conta de combater tantos focos. Só em Alegrete, já há registro de sete mil hectares queimados. Os incêndios já colocam em risco as estruturas agrícolas, como silos, galpões, mangueiras, cercas, máquinas, animais e até residências. Trabalho na busca de recursos federais para equipar melhor os bombeiros e para financiar o custo de aeronaves que possam auxiliar no combate aos focos. Também para o refinanciamento das operações de custeios e investimentos rurais e linhas de crédito para reconstruir o que já foi perdido pelo fogo e pela seca. A situação é preocupante e, além do problema atual, precisamos de um planejamento para o futuro, como a implantação de um grande programa de irrigação”.
Yeda lembra que ações de prevenção foram interrompidas
A ex-governadora Yeda Crusius manifestou preocupação com a situação do agro, e recorda que na sua gestão, colocou em prática ações de combate à estiagem, que não tiveram continuidade nos governos seguintes, de Tarso Genro, José Ivo Sartori e do seu correligionário, Eduardo Leite:
“Mais uma vez a estiagem e a seca fazem o Rio Grande do Sul sofrer. Quando o Rio Grande sofre no agro, o Brasil sofre. Então, aqui vai uma lembrança de uma política que foi inovadora e deu certo do período que governei o estado. Criei uma força-tarefa de prevenção contra a estiagem, que concentrou várias medidas, como a construção de barragens, açudes e canais de distribuição de água para socorrer os produtores. Pena que não continuou!”
Vanguarda do Atraso, PDT quer barrar venda da Corsan
Historicamente atuando como puxadinho do PT após a morte de Leonel Brizola, o PDT Nacional não perdeu o cacoete de passar vergonha como arauto do atraso, e protocolou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7067 no Supremo Tribunal Federal contra a venda da Corsan pelo governo do Rio Grande do Sul, pedindo em caráter liminar, medida cautelar de urgência para suspender os atos de alienação da companhia. Na ação, são pinçados fora de contexto, artigos da lei que autorizou a desestatização da companhia, que o PDT aponta como conflitantes com o art. 14 da lei 14.026/2020 (Marco do Saneamento Básico) e em desconformidade com artigos da Constituição Federal. Recebido pela ministra Rosa Weber, que considerou o caso como “situação de urgência não identificada”, o pedido foi redistribuído quarta-feira dia 19, para o ministro Nunes Marques.
A falha estaria no fato de que, uma empresa pública que quiser transferir o controle acionário para uma empresa privada deve substituir os contratos de programas vigentes por “novos contratos de concessão”, situação que o termo aditivo enviado aos municípios pelo governo estadual não supriria.
Na modelagem da proposta de desestatização já aprovada pela Assembleia e pronta para ser levada
à Bolsa de Valores, a Corsan apontou dados relevantes, indicando que no Brasil, somente 54% da população tem esgoto tratado. Este cenário seria mais grave no Rio Grande do Sul, com 32%. Nos municípios atendidos pela Corsan esse percentual alcança apenas 17%.
A situação é tão dramática caso seja mantido o atual modelo, que faltariam recursos da Corsan e do Governo do Estado para cumprir até 2033 o plano de investimentos da Companhia, estimado em R$ 10 bilhões. Mesmo a hipótese de obtenção de créditos está descartada, devido à baixa capacidade da Corsan, e do Governo do Estado de obter novos financiamento em comparação à das empresas privadas tendo em vista as conhecidas restrições do Conselho Monetário Nacional, entre outras.
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Cezar Roldão Schuaste Comunicações com os preços mais caros do mundo…então tá.
Faltou dizer que tem saudades da CRT , LEMBRA.
O estado constrói as estatais. Bilhões são empregados. Várias gerações ficam pagando essa dívida. Daó, vem um direitista rico e seus amigos e fazem apologia de doação dessas estatais. E o poivo cai que nem um patinho. Porque a iniciativa privada não começou investindo ao invés de querer ganhar tudo de graça. No Brasil, a privada sempre se dá bem e o povo SEMPRE PAGA A CONTA….o agro é pop?
Privatizar agua é avanço? agua é motivo de guerra em varias partes do mundo. Ademais, varios lugares estão estatizando o serviço da água pq o modelo tem q ser o da tarifa cruzada.
O Estado não tem que ter empresas, estatais só servem para beneficiar alguns e poucos aproveitadores. O Estado deve preocupar-se com saúde, educação e segurança, o resto deixa para quem sabe fazer.
Esta na hora da iniciativa privada e governo, juntos buscaremos soluções para os feitos das estiagens, que são constantes. Para finalizar, do PDT nada surpreende, o que me surpreende e à esquerda e o “Consórcio de Imprensa”, acompanhados pelos papagaios da mídia, nao terem (ainda) culpado Bolsonaro pela seca e pelas queimadas no campo. Estranho!
As estatais são criadas não visando o cidadão pagador de impostos, também conhecido como contribuinte, pois é obrigado a contribuir para sustentar este LEVIATÃ chamado estado brasileiro com seus privilégios sem limite! São criadas para gerar cabides de empregos, alguns muito bem remunerados e com muitos penduricalhos: auxílios, benefícios, gratificações, etc. sem qualquer responsabilidade gerencial e financeira com quem lhe sustenta. Querem um exemplo recente? E G R – Empresa Gaúcha de Rodovias, criada pelo ex governador petista Tarso Genro para “cuidar” das rodovias não concedidas à iniciativa privada e cobrar tarifas dos veículos que lá circulam… Desde que foi… Leia mais »
Brizola estatizou a CIA. que gerava energia para o RS . Tinham lucro de 1000 %. Criou a CEEE. Tarifas muito mais baratas. Agora, CEEE entregue para a privada. Olhem os preços da energia e cheguewm às suas próprias conclusões. Mídia sempre conspirou contra estatais para serem doadas à PRIVADA e o povo tomando no…
As ações da força tarefa contra a estiagem da ex-governadora Yeda poderiam ter sido continuadas e implementadas como a limpeza e tratamento dos inúmeros arroios que existem nos mais diversos municípios do RS e cuja maioria está poluída. A maioria senão a totalidade dos municípios gaúchos tem arroios na zona urbana, que estão poluídos há tempos e o poder público, seja municipal, estadual ou federal não implementa ações para a recuperação da potabilidade desses arroios, cuja água poderia ser levada às Estações de Tratamento de Água e distribuída para o uso e consumo da população.
Ainda bem que o Senador Luis Carlos nos alertou. NINGUÉM tinha consciência da estiagem no RS.