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Política Senador Marcos do Val acionou diretor da Polícia Federal contra decisões de Alexandre de Moraes

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O senador é investigado no Supremo por suposta intimidação de delegados da PF que atuam em inquéritos na Corte.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
“(Os Estados Unidos) Reconheceram, reafirmaram e ampliaram minha função diplomática. E mais: me acolheram oficialmente como cidadão americano”, escreveu o político em uma publicação no Instagram. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) pediu ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, uma “intervenção” urgente contra as decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenaram a apreensão e o bloqueio dos passaportes do parlamentar. O senador é investigado no STF por suposta intimidação de delegados da PF que atuam em inquéritos na Corte.

Um documento com o mesmo teor foi apresentado por Do Val ao Itamaraty.

“Requeiro que esta Polícia Federal não permita que tal atentado continue impune”, escreveu o parlamentar em relação a ordens de Moraes. Do Val disse ainda buscar “com a máxima urgência a intervenção deste diretor-geral da PF diante de graves violações constitucionais”.

A solicitação formal a Andrei Rodrigues foi feita no último dia 15, uma semana antes de o senador viajar aos EUA com o passaporte diplomático e ter as contas bancárias bloqueadas por Moraes.

No documento, Do Val informou que havia comprado passagens para os Estados Unidos entre 26 de julho e 3 de agosto. Ele teve os passaportes bloqueados pelo ministro.

“A revogação das medidas impostas (por Moraes) não é apenas um ato de justiça pessoal, mas uma afirmação do Estado de Direito e das prerrogativas do Parlamento brasileiro”, continuou o parlamentar bolsonarista.

A PF não conseguiu apreender passaportes do parlamentar em uma operação em agosto do ano passado, autorizada por Moraes, que depois ordenou o bloqueio dos documentos de viagem. Na ocasião, a corporação pediu a prisão do senador, o que foi rejeitado pela Procuradoria-Geral da República e pelo ministro.

No mesmo dia em que oficiou o Itamaraty, Marcos Do Val comunicou ao Supremo, à PF e ao Senado que viajaria aos EUA durante o recesso parlamentar. Moraes negou o pedido no dia seguinte, mas a defesa do senador só foi intimada na quinta-feira (24), um dia depois de o senador pousar em Miami. O ministro bloqueou as contas bancárias do parlamentar depois de ser informado sobre a viagem.

Marcos do Val negou ter fugido do País. “Estou aqui em Orlando curtindo esse recesso com a minha filha que ficou dois anos e meio afastada por conta do meu combate e desmascarar os crimes contra nossa Constituição e democracia”, disse o senador, em um vídeo gravado em um parque de diversões.

Em seu perfil no Instagram, o parlamentar declarou que utilizou passaporte diplomático para conseguir entrar no país governado por Donald Trump.

A conta de Do Val na rede social está bloqueada no Brasil por ordem do ministro Alexandre de Moraes, mas pode ser acessada do exterior. Na foto que acompanha a publicação, o senador pelo Espírito Santo aparece segurando o passaporte diplomático brasileiro, que tem a cor vermelha, e na outra mão um passaporte similar ao utilizado por cidadãos americanos. (Com informações de Roseann Kennedy, do jornal O Estado de S. Paulo)

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Vanderlei Ochoa
31 de julho de 2025 22:47

Podemos. Será que podem mesmo??? Quaquaquaqua

Vanderlei Stefani
31 de julho de 2025 23:28

O SWAT vai lavar LATRINA nos EUA kkkkkkkk

Carlos Carlão
1 de agosto de 2025 11:20

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Jorge Bressan
1 de agosto de 2025 00:51

Declaracoes de Donald Trumph afirmam que se o Lula conseguir pronunciar “LEI MAGNITSKY” ele retira todas as tarifas impostos ao Brasil!!

Vanderlei Stefani
1 de agosto de 2025 00:59

O SWAT tá com o fraldão geriátrico lotado de merdha kkkkkkk

Vanderlei Stefani
1 de agosto de 2025 01:45

William Browder, criador da Lei Magnitsky, afirmou que Moraes não cometeu nenhuma violação que justifique sanção. Trump tentou — e falhou. Mais um tiro no pé da extrema-direita!

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