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| Sete coisas para pensar antes de comprar os novos iPhones

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iPhone 6S tem tamanho, peso e espessura maiores que do iPhone 6, e a bateria, em vez de melhorar, teve a capacidade diminuída. Crédito: Reprodução

É arriscado dizer que vale a pena trocar o iPhone 6 pelo modelo 6s, que já foi lançado no Brasil. Veja o que você precisa saber antes de optar por um novo celular da Apple:

Preço mais alto.

A nona geração do iPhone tem o mesmo tamanho, a mesma aparência e outras características dos aparelhos antecessores. E é a mais cara da história – 3.999 reais na versão menor e com os parcos 16GB de memória (o iPhone 6 custa a partir de 3.199 reais).

Tela sensível ao toque.
O 3D Touch, como foi chamada a nova maneira de interagir com os elementos do sistema, usando diferentes graus de força, é uma excelente e promissora ideia. Ela pode poupar o usuário de inúmeros toques extras na tela. Funciona assim: em vez de abrir o aplicativo de câmera para então tocar na opção de câmera frontal, o usuário pode apertar mais forte o ícone e escolher diretamente o “tirar selfie” no menu, por exemplo.

Antes de abrir Facebook ou Twitter, por exemplo, dá para escolher se a publicação a ser feita é em foto ou em vídeo ou ir para a busca.

Uma das melhores ações que o 3D Touch faz atualmente é a previsão de links. Com um toque forte nos apps Safari e Mensagens é possível ver uma página da web sem abrir o navegador ou uma aba. Por enquanto há poucos apps compatíveis, mas, ao longo do tempo, a tendência é todo desenvolvedor se adaptar para essa capacidade.

Tamanho e a bateria pioraram.
Não há nada que o novo iPhone faça que o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus já não fizessem. E a fabricante deu um passo para trás em ao menos dois quesitos essenciais: o design, já que a espessura e o peso são ligeiramente maiores, e a bateria, que, em vez de melhorar, teve a capacidade diminuída.

Houve pouca diferença no geral, mas foi possível notar o descarregamento mais rápido em tarefas pesadas, como atualização de diversos aplicativos simultaneamente. Avaliações de publicações especializadas, como “Phone Arena” e “Ars Technica”, que usam software para uma comparação objetiva, foram contraditórias e deram a vitória ora para o novo celular, ora para o antecessor.

Melhores selfies.
Uma notável melhoria, por outro lado, é a câmera frontal, que passou de aceitável para boa, agora com seus 5 megapixels de resolução e flash. A câmera traseira praticamente não mudou – continua ótima, mas sofre nas cenas com pouca luz.

Live Photos.
Nos novos iPhones, as fotos deixaram de ser só registros instantâneos e foram expandidas em forma de um vídeo de três segundos (um segundo e meio antes do clique e o mesmo período depois dele). Isso significa que menos momentos serão perdidos, mas também que é mais fácil ficar sem espaço na já escassa memória.

Maior rapidez.
A maior velocidade do processador e a maior quantidade de memória RAM são praticamente imperceptíveis em toda tarefa, salvo em alguns games e no reconhecimento da impressão digital.

Se você já tem um iPhone 6, talvez deva pensar melhor.
Para os donos de iPhones do ano passado, é difícil de justificar a compra dos novos aparelhos – para os de iPhones 5s ou anteriores, é difícil argumentar contra, a não ser pelo investimento envolvido na compra.

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