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Mundo Um total de 376 jornalistas sofreram agressões em protestos contra o presidente Nicolás Maduro na Venezuela

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O objetivo é forçar Maduro a realizar eleições em dezembro, como ele prometeu. (Foto: Reprodução)

O principal sindicato de jornalistas da Venezuela denunciou nesse domingo que 376 repórteres sofreram agressões durante quase três meses de protestos contra o presidente Nicolás Maduro, a maioria por parte de militares e policiais.

“Entre 31 de março de 24 de junho, 376 trabalhadores da imprensa foram agredidos em 238 casos documentados”, dos quais as “forças de segurança são responsáveis por 170”, afirmou a organização no Twitter.

O Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa contabiliza igualmente 33 “detenções ilegais” de trabalhadores dos meios de comunicação.
Os protestos da oposição geraram distúrbios com um balanço de 75 mortos e mais de mil feridos, segundo o Ministério Público. Governo e oposição se culpam mutuamente pelos casos de violência.

Embora a solicitação do Ministério Público aos tribunais sobre “medidas especiais de proteção” aos jornalistas tenha sido aceita, as denúncias de ataques a repórteres por policiais, militares e manifestantes são constantes.

 

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