Segunda-feira, 25 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Suíça impõe novas sanções à Rússia, rompendo com tradição de neutralidade

Compartilhe esta notícia:

Novas medidas se alinharam com as ações da União Europeia. (Foto: Reprodução)

A Suíça punirá a Rússia com amplas sanções financeiras e comerciais anunciadas nesta sexta-feira (4) por sua invasão da Ucrânia. As novas medidas se somam às sanções anunciadas há quatro dias que romperam com a longa tradição de neutralidade do país e se alinharam com as ações da União Europeia.

O governo disse que estava congelando os bens de indivíduos listados pela União Europeia que estavam intimamente ligados ao presidente da Rússia, Vladimir Putin. Também proibiu transações com o banco central da Rússia e instituiu medidas para cortar instituições financeiras russas do sistema de pagamentos financeiros SWIFT como parte de um esforço dos EUA e seus aliados europeus para separar a Rússia do sistema bancário internacional.

A Suíça também proibiu as exportações para a Rússia de tecnologia de uso duplo que poderia ter aplicações militares ou de segurança. Suspendeu o fornecimento de alguns bens e serviços à indústria petrolífera e as exportações de tecnologia utilizada nas indústrias aeronáutica e espacial. Também proibiu uma série de serviços para esses setores, incluindo seguros e reparos.

Uma declaração do governo suíço insistiu que suas ações eram compatíveis com sua política de neutralidade e que não pretendia que suas ações interferissem em quaisquer atividades humanitárias.

As sanções não foram bem recebidas pela Rússia. “Estamos desapontados com isso”, disse o embaixador da Rússia nas Nações Unidas em Genebra, Gennady Gatilov, a repórteres.

Tempo para Ucrânia

O chefe da diplomacia dos EUA, Antony Blinken, disse, em entrevista à rede britânica BBC, que está convencido de que a Ucrânia pode vencer sua guerra com a Rússia. O secretário de Estado dos EUA afirmou que não poderia dizer quanto tempo a guerra iria durar, mas insistiu que a derrota da Ucrânia não era inevitável.

Ele reconheceu que “o peso dos militares russos, com tudo nele, excede em muito o que a Ucrânia é capaz de reunir”. Mas ele elogiou e deu crédito ao povo ucraniano por sua determinação e disse esperar que fique claro “com o tempo” que Moscou não pode subjugar o povo do país à sua vontade.

“Se é a intenção de Moscou tentar de alguma forma derrubar o governo e instalar seu próprio regime fantoche, 45 milhões de ucranianos vão rejeitar isso de uma forma ou de outra”, disse ele.

Blinken disse que os EUA e outros aliados continuam preocupados com o risco de escalada. “A única coisa pior do que uma guerra contida na Ucrânia é aquela que pode ir além dela.”

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ucrânia afunda seu maior navio de guerra para evitar que caia nas mãos dos russos
Ucrânia nega que seu presidente tenha fugido para a Polônia
Pode te interessar