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Acontece Super safra: Divinut leva à Expodireto o futuro da noz-pecã brasileira

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Noz-pecã brasileira projeta safra histórica em 2026 e amplia presença no mercado internacional.

Foto: Divulgação

Entre tratores, drones agrícolas e debates sobre inovação, uma cultura silenciosa, porém cada vez mais estratégica, chama a atenção de produtores e investidores na Expodireto Cotrijal. A cadeia da noz-pecã chega à feira com uma perspectiva histórica para 2026 e, no centro dessa discussão, está a atuação da Divinut, que apresenta ao público do agro um cenário de expansão produtiva aliado à crescente inserção da pecã brasileira no mercado internacional.

A safra deste ano deve marcar um ponto de virada para o setor. Estimativas de especialistas apontam que a produção nacional poderá alcançar entre 6,5 mil e 7,5 mil toneladas, volume que pode representar o maior resultado já registrado no país. O desempenho é atribuído a uma combinação de fatores climáticos e estruturais: o inverno rigoroso de 2025 favoreceu o período de dormência das plantas e estimulou uma florada mais uniforme, enquanto novos pomares implantados na última década começam agora a atingir maturidade produtiva.

Nesse cenário, o Rio Grande do Sul reafirma seu protagonismo. O estado concentra a maior área cultivada de pecã no Brasil e reúne condições climáticas consideradas ideais para a cultura, especialmente nas regiões de clima subtropical. O avanço tecnológico, a profissionalização do manejo e o interesse crescente de produtores têm impulsionado o desenvolvimento dessa cadeia produtiva, que se consolida como uma alternativa promissora de diversificação agrícola.

É justamente essa visão de longo prazo que a Divinut apresenta durante a feira realizada em Não-Me-Toque. Com atuação que abrange desde a produção de mudas até a exportação da noz-pecã beneficiada, a empresa aposta em três pilares centrais: genética de qualidade, produtividade sustentável e acesso a mercados internacionais.

Um dos destaques apresentados na Expodireto é o portfólio de mudas com genética conhecida e rastreável, desenvolvido para garantir maior uniformidade dos pomares e qualidade superior dos frutos. A escolha da variedade correta, associada a práticas de manejo adequadas, tem impacto direto na produtividade e na longevidade dos plantios — um aspecto decisivo em uma cultura perene, que pode permanecer produtiva por décadas.

Durante o evento, a empresa também promove encontros técnicos em parceria com a Emater/RS-Ascar, orientando produtores sobre planejamento, implantação de pomares e estratégias para transformar produção em rentabilidade. A proposta é reforçar que o sucesso da pecanicultura depende de decisões estruturadas desde o início do cultivo.

Outro ponto central da participação é o cenário do comércio exterior. A pecã brasileira vem conquistando espaço em mercados internacionais, impulsionada pela qualidade do produto e pela crescente demanda global por alimentos saudáveis e de alto valor nutricional.

A Divinut tem desempenhado papel relevante nesse processo. Reconhecida no segmento exportador, a empresa já conecta a produção nacional a compradores em diferentes regiões do mundo, ampliando a presença da pecã brasileira em mercados da América do Norte, África, Ásia e Europa. O próximo passo é avançar também para a Oceania, consolidando presença nos cinco continentes.

O reconhecimento internacional também se reflete em certificações. Em 2025, a empresa tornou-se a única do Hemisfério Sul no setor de noz-pecã a conquistar simultaneamente as certificações FSSC 22000 e ISO 9001, credenciais que atestam padrões rigorosos de segurança alimentar, rastreabilidade e gestão da qualidade exigidos pelos mercados globais.

Para o diretor da empresa, Edson Ortiz, o momento vivido pela cultura exige visão estratégica e organização da cadeia produtiva.

“A projeção de safra recorde mostra que a pecanicultura está amadurecendo no Brasil. Mas produzir mais não é suficiente. É preciso qualidade genética, assistência técnica e acesso ao mercado internacional. Nosso trabalho é dar segurança ao produtor em todas as etapas, do viveiro à exportação, transformando produção em rentabilidade e construindo um legado no campo”, afirma.

Com perspectivas de crescimento consistente e demanda internacional em expansão, a noz-pecã deixa de ser uma cultura de nicho para ocupar espaço cada vez mais relevante no agronegócio brasileiro. E, ao levar genética, tecnologia e mercado para dentro da Expodireto, a Divinut sinaliza que o futuro da pecanicultura passa por planejamento, inovação e visão global — ingredientes essenciais para transformar uma boa safra em uma grande oportunidade econômica. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com,br

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Francisco Silveira
11 de março de 2026 09:22

E o município e as empresas de Anta Gorda? Não há manifestação e posicionamento da região? Sendo que há empresa na cidade que faz industrialização da Noz pecã, a Pitol.

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