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Notícias Supremo autoriza quebra de sigilo de deputado suspeito de ser interlocutor de Calheiros

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Inquérito apura suspeita da participação de Aníbal Gomes no esquema de corrupção da Petrobras. (Foto: Reprodução)

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Teori Zavascki, autorizou as quebras dos sigilos fiscal e bancário do deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), alvo de um inquérito que apura a suspeita participação dele no esquema de corrupção da Petrobras. De acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Aníbal Gomes era o interlocutor do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), junto ao esquema de desvios na estatal. Tanto Calheiros quanto o deputado negam as acusações.

Embora o despacho tenha sido assinado na sexta-feira (15), as solicitações de envio dos dados foram enviadas à Receita Federal e ao Banco Central na segunda-feira (18). Deverão ser entregues informações de transações bancárias do parlamentar referentes ao período de setembro de 2008 a dezembro do ano passado. Já a Receita precisará fornecer dados do intervalo entre janeiro de 2008 e dezembro de 2014.

Teori, relator dos inquéritos relacionados à Operação Lava-Jato que tramitam no Supremo, atendeu ao pleito da PF (Polícia Federal), responsável pelos pedidos de derrubada dos sigilos.

Outros alvos.

O ministro relator também autorizou o acesso aos sigilos fiscal e bancário do empresário Luís Carlos Batista Sá e às informações bancárias do advogado Paulo Roberto Baeta Neves. Costa afirmou em um de seus depoimentos ter entregue 5,7 milhões de reais ao escritório de Baeta Neves. Segundo o ex-diretor da Petrobras, o dinheiro pode ter sido repassado a Gomes.

Teori também já havia autorizado a quebra do sigilo do senador e ex-presidente Fernanco Collor e do ex-deputado pelo PP de Santa Catarina João Alberto Pizzolatti Junior, atendendo a pedidos da PF. (Folhapress)

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