Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 28 de abril de 2023
Pedido foi negado antes por Moraes, que quer explicação sobre senhas dos celulares de Torres.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta sexta-feira (28), dois habeas corpus para soltar o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal (DF) Anderson Torres. Ele está preso preventivamente desde 14 de janeiro, em um batalhão da Polícia Militar do DF, por força de uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelas investigações sobre os atos de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas.
Torres é suspeito de ter se omitido diante dos atos daquele dia. Ele era responsável pela segurança da capital no dia dos ataques, mas havia tirado férias, viajando para a Flórida, nos Estados Unidos, dois dias antes dos episódios de vandalismo.
A soltura de Torres já havia sido negada por Moraes na última segunda-feira (25), mas a defesa decidiu recorrer novamente ao Supremo, alegando risco de suicídio pelo ex-ministro, que estaria manifestando “desânimo com a manutenção de sua vida”. Os advogados apresentaram laudo médico da Secretaria de Saúde do DF sobre o estado mental de Torres.
Por contestar uma decisão de Moraes, o novo pedido de liberdade foi distribuído para outro ministro do Supremo, caindo nas mãos de Barroso, que rejeitou o habeas corpus por questões processuais, sem analisar os argumentos da defesa.
Na decisão, Barroso destacou que a jurisprudência é sólida no sentido de que não cabe apresentar habeas corpus contra decisão monocrático de algum dos ministros do Supremo. Dessa maneira, “não há alternativa senão julgar extinto o processo, sem resolução do mérito, por inadequação da via eleita”, escreveu o ministro.
Senhas
Em paralelo, Moraes deu nesta sexta-feira 48 horas para que a defesa de Torres esclareça por que foram fornecidas senhas incorretas para a Polícia Federal (PF), que quer acessar o serviço de nuvem utilizado por ele. De acordo com informações prestadas pela PF ao Supremo, “nenhuma das senhas fornecidas estava correta, o que inviabilizou a extração dos dados armazenados no serviço”.
Torres não entregou seu celular às autoridades, como havia sido determinado por Moraes. O ex-secretário alegou ter perdido o aparelho durante sua estadia na Flórida. Ele não se encontrava com o celular quando foi preso logo após desembarcar no Brasil.
Por esse motivo, os investigadores tentam acesso à nuvem de dados de Torres, onde esperam encontrar arquivos que auxiliem na apuração sobre a suposta participação ou omissão do então secretário nos atos golpistas.
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Daqui a pouco aparece morto esse merda por queima de arquivo
É melhor o Torres tomar cuidado com a queima de arquivo
O engraçado é que para soltar o ladrão, o STF arrumou um argumento bem esdrúxulo,e nao é so o Lula, foi assim tambem com o sergio cabral e o pezão
SE FOSSE NO TEMPO QUE OS MILITARES COMANDAVAM O PAÍS, COM CERTEZA O TORRES JÁ TERIA CONHECIDO O PAU DE ARARA, CHOQUE NOS TESTÍCULOS, E TALVEZ ATÉ JÁ TIVESSE TOMADO CHÁ DE SUMIÇO
Bandido bom é bandido preso , pagando por seus crimes.