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Política Supremo reitera decisão para Estados e municípios sobre quarentena

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A medida vem sendo citada pelo presidente Jair Bolsonaro como efeito da crise durante a pandemia de coronavírus

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
Também há maioria para liberar o uso de imunizantes autorizados por determinadas agências reguladoras estrangeiras. (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)

Em decisão unânime, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes que assegurou aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios liberdade para adotar medidas de combate à pandemia da Covid-19.

A decisão colegiada ressalva, no entanto, que as medidas devem se fundamentar em orientações dos órgãos técnicos correspondentes, resguardada a locomoção de produtos e serviços essenciais definidos por ato do Poder Público federal, “sempre respeitadas as definições no âmbito da competência constitucional de cada ente federativo”.

De autoria do Conselho Federal da Ordem dos OAB (Advogados do Brasil), a ação questiona atos omissivos e comissivos do governo federal praticados durante a crise sanitária.

Entre as medidas previstas na liminar, concedida em abril, a adoção ou a manutenção de medidas restritivas sobre distanciamento e isolamento social, circulação de pessoas, funcionamento de escolas, comércio, atividades culturais e outras eficazes para a redução do número de infectados e de óbitos, conforme recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Segundo o ministro Alexandre de Moraes, as medidas locais de contenção, entretanto, não impedem a competência geral da União para estabelecer medidas restritivas em todo o território nacional, caso entenda necessário.

A medida vem sendo citada pelo presidente Jair Bolsonaro como efeito da crise durante a pandemia de coronavírus. Para ele, governadores e prefeitos é que devem ser cobrados pelas medidas de combate à doença, já que o STF decidiu que essas ações são de responsabilidade de estados e municípios, e não do governo federal.

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