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Brasil Supremo vai analisar modelo de trabalho de motoristas e entregadores de app

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O julgamento está marcado para 8 de fevereiro.

Foto: Reprodução
O julgamento está marcado para 8 de fevereiro. (Foto: Reprodução)

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar, em plenário, o modelo de trabalho fornecido pelas plataformas digitais e chamado popularmente de “uberização”. A Corte deverá fixar uma orientação geral para a discussão sobre a existência de vínculo de emprego entre motoristas, entregadores e os aplicativos.

O julgamento está marcado para 8 de fevereiro. A proposta de levar um caso que sirva de modelo para discussão em plenário foi feita em 5 de dezembro, pela Primeira Turma do STF. A ideia do relator, ministro Alexandre de Moraes, é liberar o caso para análise em julgamento virtual.

Na sessão, avaliando outro caso semelhante, os ministros concluíram que não havia vínculo de emprego entre um motorista e o aplicativo Cabify. Com isso, foi anulada uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, em Minas Gerais, que reconhecia os direitos trabalhistas previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Foi a primeira decisão colegiada sobre o tema no âmbito do Supremo. Até então, analisando casos de forma individual, ministros vinham derrubando decisões das instâncias inferiores da Justiça do Trabalho que reconheciam a relação de emprego entre as empresas e trabalhadores.

Qual processo?

Os ministros vão analisar outro caso de Minas Gerais — uma ação trabalhista envolvendo um entregador e o aplicativo Rappi. O TRT da 3ª Região, em Belo Horizonte, reconheceu a relação de emprego entre o motociclista e a plataforma. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a decisão.

Em análise individual, o relator, ministro Alexandre de Moraes, suspendeu as decisões da Justiça do Trabalho, porque entendeu que elas contrariam posicionamentos já tomados pelo Supremo quanto à livre iniciativa e relações trabalhistas.

Esse caso servirá de base para a elaboração de uma orientação geral, a ser aplicada em casos semelhantes.

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Nilton G Veiga
31 de dezembro de 2023 12:39

Mais perdidos que cusco em tiroteio.

Miltch Mitch
31 de dezembro de 2023 16:48

Se a plataforma está ali, não te selecionou, não te entrevistou e não te contatou não enche o saco e vai trabalhar.
Se quer, faz o seguinte. Contrata um contador, abre uma empresa, anuncia teus serviços no Google e vai a luta. Se tu crescer, amplia teu quadro de colaboradores e fica rico!!! Ah, depois de crescer, contrata um advogado trabalhista, vai precisar.

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