Sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 26 de novembro de 2025
Autoridades classificaram o episódio como um ataque direcionado, perpetrado por um único atirador.
Foto: ReproduçãoO suspeito acusado de ferir gravemente dois membros da Guarda Nacional em um ataque a tiros perto da Casa Branca na tarde desta quarta-feira (26) é um homem do Afeganistão, de acordo com três pessoas familiarizadas com a investigação.
Autoridades locais disseram que o suspeito estava sob custódia e que aparentemente agiu sozinho, tendo como alvo membros da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental em uma área turística movimentada, a poucos quarteirões da Casa Branca, na véspera do Dia de Ação de Graças.
Jeffery Carroll, chefe assistente executivo do Departamento de Polícia Metropolitana de Washington, disse que o atirador surgiu de uma esquina, levantou a arma e atirou contra os membros da Guarda Nacional. Ele afirmou que o suspeito também foi baleado, embora não esteja claro quem o feriu.
O suspeito tem 29 anos, segundo uma das três pessoas familiarizadas com a investigação, que pediram para falar anonimamente por não estarem autorizadas a divulgar detalhes publicamente.
O presidente Donald Trump, que estava na Flórida, disse nas redes sociais que o atirador “pagaria um preço muito alto”. Ele também ordenou o envio de 500 soldados adicionais para Washington em resposta ao ataque, segundo Pete Hegseth, secretário de Defesa.
Mais de 2.000 membros da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental, do Distrito de Columbia e de vários outros estados estão atualmente em serviço na capital do país, parte de um destacamento que o presidente ordenou em agosto como uma forma altamente visível de combater o crime.
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O tio sam gosta de intervir em outros países? É o preço que se paga por fazer terrorismo de estado.