Sexta-feira, 09 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 10 de março de 2016
Durante a sessão do Conselho de Ética que discute a suspeita de fraude na votação que determinou o prosseguimento do processo de cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Vinícius Gurgel (PR-AP) – acusado de falsificar sua assinatura no documento em que renunciava à vaga de titular na votação para favorecer o presidente da Câmara – entrou na reunião para se defender.
Ele negou as acusações de fraude, e disse que faz tratamento psicológico há mais de três anos. O deputado amapaense afirmou que isso pode ser atestado em laudos médicos e no Departamento Médico da Câmara.
Gurgel reforçou que é contra a cassação de Cunha e que, usualmente, deixa documentos assinados no gabinete para fazer valer sua vontade, já que mora longe, no Amapá. O parlamentar alegou que estava sob efeito de álcool e remédio controlado – tarja preta – quando assinou o documento de renúncia.
“Bebi um pouco antes de viajar e estava sob efeito de álcool com remédio controlado. Estou afirmando com a minha palavra, se alguém quiser acreditar. A assinatura é minha”, disse. (AG)
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