Com base em dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação, o jornal O Globo, do Rio de Janeiro, divulga neste domingo que, de dezembro de 2013 até junho de 2015, a Petrobras dispensou 129 mil funcionários terceirizados. Só no primeiro semestre deste ano foram 56 mil 121.
Em dezembro de 2013, a estatal tinha 360 mil funcionários terceirizados. Em junho deste ano, eram 231 mil.
A direção alega que as operações diminuíram, mas por ser uma empresa pública deveria mostrar o balanço com mais clareza, sem necessidade de o jornal ter de recorrer à Lei.
Fica a forte impressão de que, entre outros problemas, estava o excesso de pessoal, contratado por critérios mantidos também em reserva.
Fontes ligadas à estatal afirmam que as medidas restritivas enfrentaram barreiras das corporações, mas o presidente Aldemir Bendine, que assumiu a 6 de fevereiro deste ano, resistiu a todas elas. A expectativa é de que continue na trincheira da resistência.
COM HUMILDADE
O presidente argentino Mauricio Macri, em seu primeiro discurso, quinta-feira, disse que “a política não é uma competição para saber quem tem o maior ego”.
Começou a cumprir com a promessa um dia depois de assumir, reunindo-se com Daniel Scioli, rival na corrida eleitoral.
Postura bem diferente da ex-presidente Cristina Kirchner, que afundou a economia do País, elevou a inflação, abalou a credibilidade externa e não honrou as promessas com a população.
Já saiu tarde.
