Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 22 de julho de 2015
A Liga Mundial de Surfe estuda novas medidas de segurança para os competidores. E tem motivo de sobra pra isso. Como seria a sua noite de sono depois de passar por um ataque de tubarão? Durante cerca de quarenta segundos, o australiano Mick Fanning viveu esse desespero. Saiu ileso.
“Foi difícil dormir, vi as imagens e enlouqueci com tudo o que aconteceu. Tive sorte. Não sou um cara muito religioso, mas sei que tinha alguém olhando por mim naquele momento”, disse.
Pra tentar evitar novos ataques, a entidade responsável pelo mundial estuda a possibilidade de os surfistas competirem com uma tornozeleira que emite sinais eletromagnéticos, que geram desconforto aos tubarões.
“Ele só não foi implementado na competição porque ele tinha um tipo de chicote atrás. De 2 metros de comprimento, o que obviamente atrapalharia os atletas. Por isso nunca foi utilizado”, disse o comissário da Liga Mundial de Surfe Renato Hickel.
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